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Combustíveis podem ter redução nas vendas
1 de outubro de 2006
Pernambuco corre o risco de registrar queda na venda de combustíveis líquidos em 2006. Os números ainda são positivos, mas os dados da Agência Nacional do Petróleo (ANP) mostram uma redução no crescimento mês a mês. Entre janeiro e julho, foram vendidos 1,25 milhão de metros cúbicos de gasolina, GLP, álcool, óleo diesel, querosene de aviação, óleo combustível, querosene iluminante e gasolina de aviação. Apenas 3,6% maior que o volume dos sete primeiros meses de 2005 (1,21 milhão). Em julho, houve queda de 3,7% na comparação com julho do ano passado, de 177,3 mil para 170,9 mil metros cúbicos.
Em janeiro, o crescimento das vendas de todos os produtos foi de 7,7%. Fechou o primeiro trimestre em 6,6% e o semestre em 4,8%. Entre os principais combustíveis, o desempenho da gasolina é o pior. O volume de 359,3 milhões de litros vendidos no acumulado de janeiro a julho é praticamente igual ao registrado no mesmo período de 2005. Em abril, a situação esteve pior. Havia queda de 1,3%. Analisando apenas os númerosde julho, observa-se uma retomada das vendas, com alta de 3,8% em relação a julho de 2005. Foram vendidos 51,2 milhões de litros.
Já o óleo diesel teve crescimento de 1,3% nos sete primeiros meses do ano, com vendas de 457,2 milhões de litros, e queda de 13,2% em julho. Por enquanto, apenas o álcool hidratado apresenta uma situação mais confortável. De acordo com a ANP, foram comercializados entre janeiro e julho 61,2 milhões de litros do produto, volume 34,6% superior ao contabilizado no mesmo período do ano passado. Mas em julho, a exemplo do diesel, houve queda nas vendas. As distribuidoras comercializaram 8,2 milhões de litros, contra 8,4 milhões em julho de 2005. A redução foi de 2,9%.
Apesar do fraco desempenho nas vendas de combustíveis entre janeiro e julho, a situação pernambucana ainda é melhor que a média nacional. De acordo com a ANP, acumulado do ano, as vendas totais de combustíveis líquidos no país estão apenas 0,10% acima do registrado em igual período do ano passado. A expectativa da Petrobras, no início do ano, era que o consumo de 2006 fosse cerca de 3% maior. Houve queda em julho, segundo a ANP. No total, as distribuidoras venderam 7,25 bilhões de litros, volume 3,24% menor na comparação com o mesmo mês de 2005.
A queda de julho foi semelhante à registrada em abril, quando o consumo total ficou abaixo de 7 bilhões de litros (6,99 bilhões), com variação negativa de 3,48% em relação a abril de 2005. A maior queda em julho foi no consumo de óleo diesel (queda de 6,96%). No acumulado do ano, a variação negativa no consumo de diesel ficou em 2,48%. As vendas de gasolina também registraram queda em julho. As distribuidoras venderam o equivalente a 1,8 bilhão de litros naquele mês. Uma queda de 2,63%. No acumulado dos sete primeiros meses do ano, a variação foi positiva em 1,19%.
Em julho, o consumo de álcool hidratado atingiu 439 milhões de litros, com aumento de 18,26% em relação a julho de 2005. No acumulado do ano, o consumo do álcool registra aumento de 21,14%, sinalizando que o consumidor voltou a ser atraído pelos preços menores do combustível, após a queda dos preços com o início da nova safra de cana-de-açúcar e álcool no Centro-Sul.
Fonte: Diário de Pernambuco
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