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SAÚDE – AMB rejeita plano popular
16 de fevereiro de 2006A polêmica em torno da proposta das operadoras de vender planos de saúde com restrição da assistência médica está só começando. Ontem, a Associação Médica Brasileira (AMB) sugeriu que o usuário rejeite os planos com mensalidades de R$ 25 e sem coberturas e pague as consultas pela tabela de honorários médicos. O argumento da AMB é que a maioria dos consumidores tem plano e usa pouco, sendo mais vantajoso desembolsar o dinheiro quando precisar do serviço. Pela tabela da AMB, uma consulta na rede privada pode custar R$ 42 desde que o usuário peça para pagar pelo preço do rol de procedimentos.
O presidente da AMB José Luiz Gomes do Amaral considera “indecorosa” a proposta da Associação Brasileira de Medicina de Grupo (Abramge) de reduzir as coberturas para baixar o preço do plano de saúde. “Seria algo mais barato para o usuário pagar pela tabela do que arcar com a despesa de um plano de saúde”, afirma. Ele exemplifica que a média dos consumidores precisa de uma ou duas consultas por ano e paga o plano o ano todo.
Questionado se os médicos praticam a tabela de honorários, o presidente da AMB concordou que o preço da consulta é livre. A recomendação é de que não seja cobrado valor inferior a R$ 42. “
Custos – O presidente regional da Abramge, Flávio Wanderley, rebate a proposta da AMB. Segundo ele, quando a entidade propõe o fim dos planos de saúde e o pagamento das consultas pelo preço da tabela de honorários está pensando nos usuários de Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro. “Essa história de querer acabar com plano de saúde é leviandade. A consulta é apenas o começo e não o fim de tudo”, alega. Wanderley destaca que após a consulta vêm os exames complementares com custos para o usuário.
De acordo com o representante das operadoras, a proposta da subsegmentação dos planos de saúde tem como foco as pessoas de baixa renda. Ele explicou que se trata de um produto ambulatorial e hospitalar sem a cobertura dos exames de alta complexidade, para as pessoas que moram nas cidades pequenas. A Abramge estima a entrada de mais de 8 milhões de consumidores no mercado com o plano ao preço de R$ 25.
Fonte: Diário de Pernambuco
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