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Categoria mantém AGE Permanente e reforça mobilização enquanto aguarda decisão do TJPE

28 de julho de 2026

Na Reunião Plenária da AGE Permanente, realizada nesta terça-feira (28), no SINDIFISCO-PE, a categoria reafirmou, por unanimidade, que a luta por respeito, valorização e cumprimento dos direitos do GOATE continua firme. Os 246 filiados presentes – 123 ativos, 122 aposentados e uma pensionista – aprovaram a manutenção do Estado de AGE Permanente e decidiram acompanhar o julgamento do recurso apresentado ao Tribunal de Justiça de Pernambuco. A deliberação da categoria permanece válida, sempre com rigorosa observância ao cenário judicial vigente e às orientações jurídicas cabíveis. A mobilização não foi encerrada: permanece ativa, obedecendo as decisões judiciais, organizada e respaldada pela vontade coletiva da categoria. Novas assembleias poderão ser realizadas sempre que necessário; novas rodadas de reuniões setoriais serão feitas a partir da próxima semana; informativos manterão todos os filiados por dentro de cada passo.

Na abertura da plenária, o Presidente Nilo Otaviano apresentou os acontecimentos mais recentes e reforçou que não há espaço para divisionismos. A luta pertence a todos os fazendários, incluindo os novos colegas, que são bem-vindos ao Sindicato e fundamentais nos momentos de debate e deliberação. “Nossa força está na união. A paridade e o teto de 100% fazem parte da luta de todos. E ninguém pode ser tratado como adversário dentro da própria categoria”, afirmou. Nilo também destacou que novos pleitos legítimos poderão ser incorporados à pauta, desde que discutidos e aprovados pela Assembleia Geral.

Em seguida, a Diretora Jurídica Tatiana Nóbrega apresentou a cronologia das providências adotadas pelo SINDIFISCO-PE.

A categoria também deixou claro que sua pauta não é exclusivamente remuneratória. O teto de 100% e a recuperação da paridade entre ativos, aposentados e pensionistas são pontos centrais, mas a mobilização envolve igualmente reivindicações funcionais e institucionais, como a abertura de diálogo efetivo com o Governo, o respeito à representação sindical, o cumprimento dos compromissos assumidos e a preservação das competências do GOATE. Reduzir essa luta a uma questão financeira é ignorar a dimensão institucional do conflito e o papel estratégico dos fazendários para o funcionamento do Estado.

Veja toda a tramitação e peças do processo judicial que suspendeu a greve neste link aqui. 

 

Fonte: Sindifisco Pernambuco

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