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Temer acredita que haverá compreensão
22 de julho de 2017Um dia depois de anunciar aumento de PIS/Cofins sobre combustíveis e de afirmar que a população compreenderia a elevação da carga tributária, o presidente Michel Temer disse, ontem, que entende a reação negativa das indústrias e que "aos poucos todos compreenderão, a Fiesp inclusive". "É natural (haver) essas relativas incompreensões. A Fiesp sempre fez uma campanha muito adequada contra o tributo", destacou, em rápida entrevista após a foto oficial da 50ª Cúpula do Mercosul, evento que ocorre na Argentina.
Na quinta-feira (20), a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) voltou a expor o pato amarelo inflável, um dos principais símbolos de manifestações pelo impeachment de Dilma Rousseff (PT), em sua sede em São Paulo, na Avenida Paulista. O presidente da entidade, Paulo Skaf, se disse "indignado" e avaliou que a elevação de tributos deve agravar a crise num momento em que a economia dá sinais de recuperação.
A entidade também publicou anúncios de página inteira nas edições de ontem dos jornais criticando a elevação de impostos.
A vítima do ataque foi o ministro Henrique Meirelles (Fazenda) , pois o título do anúncio é: "O que é isso ministro? Mais imposto?". Temer rechaçou a possibilidade de a postura da classe empresarial ter alguma reação política, afetando a sua base de apoio. "Nenhuma. É natural reação econômica, ninguém quer tributo, mas quando todos compreenderem que é fundamental para incentivar o crescimento, manter a meta fiscal, para dar estabilidade ao País e para não enganar, não produzir nenhum ato governativo que seja enganoso ou fantasioso, para o povo, esta matéria logo será superada", disse.
SUPERMERCADOS
A Associação Brasileira de Supermercados (Abras) também criticou, ontem, a decisão do governo de aumentar impostos cobrados na comercialização de combustíveis para melhorar a arrecadação e reduzir o rombo das contas públicas.
Em nota assinada pelo presidente, João Sanzovo Neto, a Abras diz que o reajuste nos preços dos combustíveis terá reflexo em toda a cadeia de abastecimento e representa mais um obstáculo a quem quer "empreender e crescer".
Fonte: Fonte: Jornal do Commercio
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