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Sugestão ao Congresso
16 de agosto de 2007O governo diz que não pode abrir mão dos cerca de R$ 35 bilhões anuais (valor que deverá ser arrecadado pela contribuição compulsória, generosa e obrigatória, de 0,38% sobre qualquer transação financeira) sob o risco de prejudicar programas sociais e reduzir gastos e investimentos em setores essenciais, como a saúde. O financiamento à saúde foi a razão fundamental da criação da CPMF. Se não pagarmos a CPMF, somos enquadrados como sonegadores e coisas do gênero. E o que o governo fez com os quase R$ 200 bilhões arrecadados desde a criação da CPMF, em 1996? Só neste ano, R$ 7 bilhões, dos R$ 15 bilhões já arrecadados, ainda não foram utilizados. E o que dizer dos R$ 15 milhões gastos com serviços de limpeza ou os mais de R$ 500 mil em passagens e diárias, que nada têm a ver com investimentos
Fonte: FOLHA ECONÔMICA
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