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Servidor da PCR decide parar

28 de maio de 2013
Com exceção de seis categorias, os servidores municipais do Recife decidiram ontem seguir com o movimento grevista e parar hoje. Em reunião realizada ontem com a direção do Sindicato dos Servidores Municipais do Recife (Sindisepre), se recusaram a aderir à paralisação a Emlurb, Codecir, Csurb, Urb IASC e a guarda municipal. O Sindisepre, que representa cerca de 17 mil servidores, não soube informar quantos devem aderir à greve e quantos vão seguir com a rotina de trabalho.

Os servidores decidiram entrar em greve após a Prefeitura da capital (PCR) não ceder o aumento salarial de 19,32% exigido pelos trabalhadores. A PCR quer aplicar o percentual do IPCA de maio (6,79%), que seria vigente a partir de novembro. Os servidores que optaram por não parar desejam manter diálogo com a PCR, que, por ordem do prefeito Geraldo Julio, não negociará com os grevistas.

 
"Eles (representantes de categorias que não aderiram à paralisação) alegam que a greve é último recurso, que se deve negociar mais. Concordo, mas parte dos trabalhadores pede a paralisação. Então, vamos parar", afirma o presidente do Sindisepre e vereador do Recife, Osmar Ricardo.
 
"Veremos isso amanhã (hoje), nas ruas e nas mobilizações, para convencer os não-grevistas a aderir ao movimento", continua o presidente do Sindicato.
 
Além do reajuste salarial, os servidores pedem vale-refeição de R$ 22,25, vale-transporte em dinheiro, auxílio-creche e Pré-Escolar para todos os servidores no valor de R$ 250 e Plano de Cargos, Carreiras e Vencimentos (PCCV) para os servidores da administração direta e indireta. 

Fonte: Jornal do Commercio

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