Notícias
Rombo supera média histórica
27 de outubro de 2017O governo federal registrou déficit de déficit de R$ 108,53 bilhões entre janeiro e setembro deste ano, o pior resultado primário da série histórica, que iniciou em 1997. Em igual período do ano passado, esse mesmo resultado era negativo em R$ 101,23 bilhões. Nos 12 meses encerrados em setembro, o déficit foi de R$ 169,9 bilhões nos – equivalente a 2,62% do PIB. Esse resultado é R$ 10 bilhões superior à meta de déficit prevista para este ano, de R$ 159 bilhões, e melhor que o registrado em agosto, de R$ 172,8 bilhões.
No mês passado, o déficit primário foi de R$ 22,72 bilhões, portanto, um desempenho melhor que o registrado no mesmo mês do ano passado, quando o saldo negativo foi de R$ 25,23 bilhões. O resultado, que reúne as contas do Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central, sucede o déficit de R$ 9,59 bilhões de agosto.
O Tesouro Nacional informou que alterou os fluxos de pagamento de precatórios neste ano, o que concentrou despesas no primeiro semestre. Desconsiderado esse efeito, o déficit acumulado em 12 meses é de R$ 151,6 bilhões, segundo cálculos do governo. Segundo a secretária do Tesouro, Ana Paula Vescovi, lembrou que em setembro houve pagamento do 13º aos aposentados e do abono salarial, o que é sazonal para o mês. Ana Paula também voltou a destacar o peso do déficit da Previdência para o saldo negativo do Governo Central. No mês passado, o INSS teve um déficit de R$ 28,13 bilhões. “O resultado de setembro enseja uma melhora da economia com impacto no desempenho fiscal”, afirmou.
Ainda segundo o Tesouro, houve um incremento de R$ 8 bilhões nas receitas no mês ante setembro de 2016. E isso se deveu, principalmente, ao aumento da arrecadação com o Refis e com o aumento do PIS/Cofins sobre os combustíveis, que responderam por mais da metade do aumento da receita. Os efeitos da recuperação econômica sobre a receita também contribuíram. Já as despesas cresceram menos que as receitas no mês: -3,6% em relação a setembro de 2016.
O Tesouro ressalta o aperto que está sendo feito nas despesas sem regras automáticas de desembolso e correção, os chamados gastos discricionários. Em setembro, eles baixaram ao mesmo nível de oito anos atrás (2009). Estão incluídas nessas despesas gastos com investimentos e manutenção de prédios públicos e estradas, além de gastos com políticas de meio ambiente, segurança pública, ações de combate à seca, entre outras. Neste ano até setembro, enquanto as despesas totais do governo subiram 0,7% ante o mesmo período de 2016, as despesas discricionárias recuaram 14%. O investimento encolheu 36%.
Dívida externa
A estimativa do Banco Central para a dívida externa brasileira em setembro é de US$ 320,686 bilhões. Segundo a instituição, que divulgou ontem a Nota do Setor Externo à imprensa, o ano de 2016 terminou com uma dívida de US$ 326,29 bilhões. A dívida externa de longo prazo atingiu US$ 260,85 bilhões em setembro, enquanto o estoque de curto prazo ficou em US$ 59,83 bilhões no fim do mês passado, segundo as estimativas do BC.
Fonte: Fonte: Diario de Pernambuco
Notícias
Após decisão do STF, TJPR amplia e paga penduricalho a 91% dos magistrados
Após decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que limitou a concessão de penduricalhos a magistrados, a folha de pagamento do Tribunal de […]
Meta lança novo modelo de IA que permite a usuário baixar e personalizar a ferramenta
A Meta apresentou um novo modelo de inteligência artificial de código aberto, leve o suficiente para rodar em um único […]
Ministros do STF vetam revisão de cargos em novo cerco a penduricalhos
Os ministros Flávio Dino, Alexandre de Moraes, Cristiano Zanin e Gilmar Mendes, do STF (Supremo Tribunal Federal), publicaram mais uma […]
MG: Justiça barra greve de auditores fiscais e fixa multa de R$ 50 mil
O Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) proibiu o início da greve dos auditores fiscais da Receita Estadual prevista […]