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Recife lidera alta da cesta básica
7 de fevereiro de 2014Recife foi a capital com a maior alta da cesta básica no acumulado dos últimos doze meses, com variação de 9,06%, e também a terceira na pesquisa realizada pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) em janeiro, quando os alimentos ficaram 2,21% mais caros na cidade. A carne, o leite e o tomate são alguns dos vilões. Apesar da alta nos preços, foram necessárias menos horas de trabalho para comprar os itens da cesta em janeiro, caindo de 89h08 para 85h19 no Recife, reflexo do reajuste no salário mínimo no início do ano.
A alta anual do Recife está dentro de um contexto de encarecimento dos produtos nas regiões Norte e Nordeste, segundo a técnica do Dieese-PE Milena Prado. “São as regiões que mais estão sofrendo com a queda da produção por conta de problemas climáticos. Por isso, o índice do Recife não está muito distante do que foi registrado em Manaus (7,12%), Fortaleza (6,30%), Belém (5,66%) e João Pessoa (4,78%), que também estão entre as que tiveram as maiores altas”, destaca a técnica.
Exemplo disso é o tomate, que em janeiro caiu de preço em algumas capitais do Sul e Sudeste, mas subiu no Recife (19,29%), João Pessoa (28,69%), Manaus (29,03%) e Salvador (14,36%). “Como a produção na região foi mais afetada e é preciso trazer o produto de outras áreas, envolve um custo logístico maior”, comenta Milena.
A carne, que tem um peso de quase 30% na cesta, é outra responsável pelo aumento. Mas é uma realidade nacional: ficou mais cara em 14 das 18 capitais. As condições ruins das pastagens, pela falta de chuvas e pela elevação do preço dos insumos, aumentaram os custos ao produtor que, somados à ampliação do consumo do produto, elevaram o preço para o consumidor final.
O mesmo cenário serve para explicar a alta do leite e dos seus derivados, como a manteiga. Por isso, o produto acumulou uma grande elevação na maioria das capitais, chegando a 22,85% no Recife. O resultado da pesquisa de janeiro já aponta para uma melhora no cenário de preços do produto.
Fonte: Diario de Pernambuco
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