Notícias
Por uma nova BrasíliaTeimosa
7 de maio de 2013Um lugar para contemplar o Rio Capibaribe e o por do sol com uma das mais belas vistas do Recife. Mais que isso: uma Zona Especial de Interesse Social (Zeis) requalificada e com equipamentos públicos de alto padrão para uso da população. Essa pode ser a Brasília Teimosa do futuro. A proposta vem dos alunos do quarto período do curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Eles propõem a engorda de toda a face Oeste do bairro, criando uma orla de rio inédita na cidade. Ainda no berço acadêmico, o projeto já se mostra viável e com o compromisso de ser integrado não apenas à comunidade mas ao contexto geral da Zona Sul.
A intenção do projeto é valorizar e apresentar para a população uma área ainda desconhecida pela cidade e, ao mesmo tempo, fixar os atuais moradores no próprio bairro. Para isso, seria construído um parque linear no lado Oeste, que tem contato direto com a Bacia do Pina, e urbanizadas ruas e habitações. O aterro seria feito a partir da seleção de sedimentos retirados da dragagem do Rio Capibaribe para o projeto de navegabilidade do governo do estado. Nele, seria replantada a vegetação de restinga e criados equipamentos públicos para a comunidade.
A engorda começaria pouco depois da ponte Agamenon Magalhães até a altura do Iate Clube, fazendo a correção da borda desse lado do bairro. “Hoje, o acesso a essa parte do rio é precário. É um trecho desprezado da cidade. Queremos que as pessoas voltem a vivenciar o rio com esse projeto”, comentou Rodrigo Cândido, que elaborou as sugestões para essa área do bairro junto com os estudantes Poliana Muniz, Rayanna Mendonça e Adriel Alves.
A professora Circe Monteiro, que compõe o grupo de orientadores da disciplina Projeto Arquitetônico, Urbanístico e Paisagístico, formado também por Luiz Vieira e Roberto Montezuma, comparou a intervenção ao Aterro do Flamengo, no Rio de Janeiro. “No Rio, o aterro consolidou um espaço urbano para a cidade sem precedentes. Aqui, vamos entregar um parque à cidade, mas com equipamentos que vão dar um retorno positivo sobretudo para o bairro”, explicou.
A preocupação dos alunos e professores da disciplina foi garantir que o parque linear guardasse relação com a comunidade para que ela pudesse aproveitá-lo ao máximo. Como a cultura da pesca é forte no local, foi proposta a reestruturação do centro de pescadores e a instalação de píeres em toda a extensão do parque. Uma biblioteca e centro comunitário, quadras de esportes e ciclovia também fazem parte do projeto. “A próxima etapa é apresentá-lo às autoridades do município e aos moradores do bairro”, informou Circe Monteiro.
Fonte: Diario de Pernambuco
Notícias
Após decisão do STF, TJPR amplia e paga penduricalho a 91% dos magistrados
Após decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que limitou a concessão de penduricalhos a magistrados, a folha de pagamento do Tribunal de […]
Meta lança novo modelo de IA que permite a usuário baixar e personalizar a ferramenta
A Meta apresentou um novo modelo de inteligência artificial de código aberto, leve o suficiente para rodar em um único […]
Ministros do STF vetam revisão de cargos em novo cerco a penduricalhos
Os ministros Flávio Dino, Alexandre de Moraes, Cristiano Zanin e Gilmar Mendes, do STF (Supremo Tribunal Federal), publicaram mais uma […]
MG: Justiça barra greve de auditores fiscais e fixa multa de R$ 50 mil
O Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) proibiu o início da greve dos auditores fiscais da Receita Estadual prevista […]