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Ponto a cargo dos secretários
29 de abril de 2017A gestão Paulo Câmara (PSB) não deverá adotar ser duro com os servidores que faltaram ao trabalho ontem. A secretaria de Educação informou que decisão de cortar o ponto dos faltosos não foi colocada em discussão. Segundo o órgão, cerca de 60% da rede estadual não funcionou e esse índice teria sido alto pela dificuldade em conseguir chegar ao trabalho.
De acordo com a secretaria de Defesa Social, as forças de segurança atuaram em "plena atividade". A SDS informou que cada falta será analisada de forma individual. Dependendo da justificativa, pode haver ponto cortado e a abertura de um procedimento administrativo.
A secretaria de Saúde informou que "não registrou paralisação nos serviços de emergência vinculados à rede estadual". Em nota alinhada com as pastas da Fazenda, Transportes e Micro e Pequena Empresa a secretaria disse que "as faltas serão analisadas e quem não justificar terá o dia descontado".
O expediente foi normal nas secretarias de Agricultura, Cidades, Desenvolvimento Econômico e Habitação segundo a assessoria desses órgãos. Essas duas últimas são comandadas pelo PMDB, que foi contrário à paralisação. Nas pastas de Agricultura e Cidades, a sinalização foi de que não haverá punição para quem faltou. Já a pasta de Planejamento informou que não iria se pronunciar sobre o assunto.
O secretário de Turismo, Felipe Carreras, também disse que o expediente foi normal, mas tranquilizou quem não apareceu no trabalho. "Não vou cortar ponto de quem faltou", garantiu. Na secretaria de Desenvolvimento Social, houve poucas faltas, mas a assessoria disse que o titular da pasta, Roberto Franca, não ameaçou ninguém de corte de ponto.
PCdoB
O secretário de Cultura, Marcelino Granja, filiado ao PCdoB, partido que apoiou a paralisação, questionou o JC. "Qual o objetivo dessa reportagem? Para mim, é uma tentativa de fazer confusão política", afirmou. Depois, ele disse que a participação dos servidores na manifestação cabia à negociação dos sindicatos de cada categoria com os representantes do governo.
O vice-prefeito do Recife, Luciano Siqueira, do mesmo partido de Marcelino Granja, foi à manifestação realizada no Centro do Recife e informou que a prefeitura da capital pernambucana não irá cortar o ponto dos servidores municipais que aderiram à paralisação.
Fonte: Fonte: Jornal do Commercio
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