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Pernambuco vai ganhar 4 centros de excelência
17 de março de 2006
Pernambuco vai ganhar quatro centros de excelência para apoiar os novos empreendimentos previstos para Suape, como a Refinaria Abreu e Lima e o estaleiro. Três deles são inéditos no país – o de capacitação da indústria de bens e serviços; o de manutenção industrial; e o de capacitação profissional. O quarto, de metal-mecânica, vai trabalhar em rede com o que já existe em Minas Gerais.
Os projetos dos centros foram submetidos ao Programa de Mobilização da Indústria Nacional de Petróleo e Gás Natural (Prominp), que teve ontem no Recife uma rodada de adequação das propostas aos objetivos do programa. Ao todo foram inscritas 62 propostas, mas a expectativa é a de que a maioria, se validadas, sejam incorporados aos projetos dos centros de excelência.
O resultado da seleção deve acontecer no dia 19 de abril, quando será realizado um workshop no Recife. “Até lá as equipes vão continuar trabalhando na adequação das propostas e sinalização das fontes de financiamento”, explica o secretário executivo do Fórum Regional do Prominp, Antônio Sotero.
Entre as fontes possíveis de financiamento estão o Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), a Financiadora de Estudos e Pesquisas (Finep), Sebrae, bancos e a própria Petrobras, sócia da PDVSA, estatal venezuelana de petróleo, na implantação da Refinaria Abreu e Lima. Cada projeto será enquadrado em uma categoria, seja competitividade; qualificação profissional; capacitação tecnológica; capacitação industrial; ou saúde, meio ambiente e segurança.
O Prominp tem como objetivo maximizar a participação da indústria nacional de bens e serviços de forma competitiva e sustentável no atendimento a projetos na área de petróleo e gás. No caso do centro de excelência em capacitação da indústria de bens e serviços, o projeto é capitaneado pela Federação das Indústrias de Pernambuco (Fiepe), Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), Sebrae e Instituto de Tecnologia de Pernambuco (Itep).
“Essa é uma proposta pioneira no país. A Coréia virou potência mundial apostando em centros de excelência como esse”, comenta Antônio Sotero. O de metal-mecânica vai servir, também, às fábricas da M&G. Já o de manutenção vai servir a todos os empreendimentos.
O de capacitação profissional, por sua vez, vai formar mão-de-obra. Estima-se que a refinaria vai exigir 15 mil profissionais. Já o estaleiro da Camargo Corrêa vai precisar de 3,2 mil profissionais para construir os 10 navios Suezmax que disputa na licitação da Transpetro. Nessa área, o Prominp dispõe de R$ 220 milhões para capacitar 70 mil pessoas até 2007 em todo o país.
Fonte: Diário de Pernambuco
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