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Oposição parte para o tudo ou nada
11 de julho de 2017Para a oposição, a aprovação da urgência para o projeto da reforma trabalhista na semana passada foi um indicativo de que o Governo Temer deve ser bem sucedido hoje. A intenção, porém, é conseguir que a votação seja adiada e apostar no enfraquecimento da base do governo para tentar derrubá-la. Para isso, contavam ontem com duas estratégias. A primeira, um mandado de segurança no Supremo Tribunal Federal (STF) que pedia a suspensão da votação por 20 dias para que o governo fizesse um estudo do impacto orçamentário da medida. O recurso, porém, foi negado ontem à tarde pela presidente da Corte, ministra Cármen Lúcia.
A segunda levava em conta o desgaste do governo com o parecer desfavorável do deputado Sérgio Zveiter, relator na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara, que analisa se autoriza a denúncia contra Temer no Supremo. “A única opção deles é adiar. Não há clima para votar a reforma”, afirmou ontem o senador Paulo Paim (PT-RS), um dos mais ferrenhos opositores à reforma trabalhista.
O presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), porém, confirmou a votação para hoje a partir das 11h. Segundo o senador, o parecer do relator na Câmara não vai influenciar na análise da reforma no pelnário do Senado.
Fonte: Fonte: Diario de Pernambuco
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