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Motoristas na expectativa
16 de outubro de 2016Motoristas do Recife ainda estão na expectativa da redução do preço da gasolina e do óleo diesel nos postos de combustíveis da cidade. Ontem, um dia depois de a Petrobras informar que baixou o valor dos dois insumos nas suas refinarias, os estabelecimentos continuavam praticando os mesmos preços da sextafeira.
"Creio que não deu tempo alterar porque os postos ainda estão vendendo o estoque antigo, o preço deve cair quando eles comprarem gasolina com a nova tarifa", declara o aposentado Milton Gouveia. Na tarde de ontem, ele abasteceu o carro num posto do bairro do Espinheiro, na Zona Norte, que continua cobrando R$ 3,499 pelo litro de gasolina.
De acordo com frentistas, provavelmente haverá alterações a partir de amanhã, com a presença de gerentes nos postos. "Hoje (ontem) não tem gerente trabalhando", comentou um funcionário, sem se identificar. Na última sextafeira, a Petrobras anunciou redução de 2,7% no preço do diesel e 3,2% no valor da gasolina nas refinarias.
Se a redução for repassada integralmente ao consumidor final, o preço da gasolina e do diesel pode sofrer uma queda de R$ 0,05 por litro. "A gente espera, mas acho que não vai baixar. O posto não é obrigado a repassar a redução ao consumidor. Até o fim deste ano o preço deve estar mais alto", pondera o autônomo Edelson Marques. Ele abasteceu o carro num posto da Avenida Norte que está cobrando R$ 3,299 pelo litro da gasolina, apenas para pagamento em dinheiro. "É um dos mais baratos da região e o preço é esse há cerca de 30 dias", comenta. Na mesma avenida, há estabelecimentos cobrando R$ 3,750 por litro de gasolina.
CIDE
Em entrevista na Índia, onde participa da reunião de cúpula dos BRICS, o presidente Michel Temer afirmou ontem que a Cide combustíveis "não vai aumentar". Depois que a Petrobras determinou a redução dos preços da gasolina e do diesel nas refinarias, especialistas apontaram que a Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide), um tributo que incide sobre os combustíveis, poderia ser elevada, para compensar perdas de caixa da estatal que viriam da diminuição de preços. "Não há nada concreto a respeito disso", disse Temer. "Quando pensamos no teto dos gastos públicos, nós pensamos exatamente na possibilidade de evitar qualquer tributação", completou.
Fonte: Fonte: Jornal do Commercio
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