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Investimento da PCR cresce 68,2%

5 de fevereiro de 2014

A Prefeitura da Cidade do Recife (PCR) encerrou seu primeiro ano de nova gestão com um aumento de 68,2% nos investimentos, na comparação com 2012. Foram R$ 530,9 milhões contra R$ 315,6 milhões investidos no último ano da administração anterior.

A campeã de aportes foi a Secretaria de Infraestrutura e Serviços Urbanos, responsável por R$ 307,5 milhões, seguida da Secretaria de Educação, com R$ 94,3 milhões. Os dados estão no Relatório Resumido de Execução Orçamentária do 6º Bimestre, disponibilizado ontem pela Secretaria do Tesouro Nacional.

Em obras e instalações, exclusivamente, foram aportados R$ 364,8 milhões. Outros R$ 56,1 milhões foram empregados na aquisição de imóveis. E a compra de material e equipamentos consumiu R$ 63,6 milhões. Outro destaque ficou com a contratação de empresas de consultoria, que abocanharam R$ 21,9 milhões.

Nesse último quesito, de planejamento, o Gabinete de Projetos Especiais, diretamente ligado ao prefeito, liquidou R$ 11,4 milhões. Para se ter uma ideia, o volume liquidado é próximo do realizado pela Secretaria de Habitação (R$ 14,6 milhões). O detalhamento nos investimentos está disponível no Portal da Transparência do Município.

Ainda no ranking de pastas que mais investiram dinheiro público, a Secretaria de Saúde liquidou R$ 36 milhões, a de Mobilidade e Controle Urbano R$ 35 milhões, e a de Saneamento R$ 20,4 milhões.

Outro dado fiscal positivo foi a redução em 6,8% nas chamadas Outras Despesas Correntes, o custeio da máquina. Em 2013, da compra de bandeiras (R$ 25,9 mil) ao fornecimento de merenda nas escolas (R$ 25,6 milhões) o Executivo recifense liquidou R$ 1,22 bilhão. Em 2012, foram utilizados R$ 1,31 bilhão para cobrir esses gastos.

Os gastos com pessoal, em outra ponta, cresceram 9,85%, de R$ 1,41 bilhão em 2012 para R$ 1,56 bilhão ano passado. A folha de servidores ativos exigiu R$ 903 milhões, enquanto que os temporários consumiram R$ 13,3 milhões. A PCR foi procurada para comentar os números, mas não se posicionou.

Fonte: Jornal do Commercio

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