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Governo espera solução para a venda de ações da Compesa
31 de março de 2006
A mudança da presidência da Caixa Econômica Federal (CEF) pode ser positiva para o Estado de Pernambuco. O governo do Estado está irregular com a Caixa e sem poder receber recursos para obras de saneamento por causa de uma operação realizada em 1999, quando o banco emprestou R$ 138 milhões em troca de participação acionária na Companhia Pernambucana de Pernambucana (Compesa). Como a Compesa não foi privatizada, o banco desistiu das ações.
“Como a nova presidente é de Pernambuco, ela pode ter mais sensibilidade para encontrar uma solução, uma vez que foi uma operação importante para o Estado. Os recursos foram integralmente aplicados em obras de saneamento e o contrato foi considerado regular por todas as instâncias”, avalia o procurador-chefe adjunto do Estado, Flávio Góes, que chamou o ex-presidente Jorge Mattoso de intransigente.
Empresários da Construção Civil também acreditam que a mudança pode trazer resultados positivos para o setor. Para Eduardo Carvalho, presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário em Pernambuco (Ademi), por ser funcionária de carreira, Maria Fernanda poderá avaliar melhor os programas da Caixa para que os recursos cheguem mais facilmente ao construtor e ao consumidor, reduzindo a burocracia.
Fonte: Jornal do Commercio
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