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Garantia de um ano melhor para o brasileiro

13 de agosto de 2014

O candidato do PSB à Presidência da República, Eduardo Campos, prometeu ontem ajustes na política econômica do país que, na avaliação dele, vão permitir aos brasileiros um ano de 2015 melhor que o de 2014. “Vai ser um ano que nós vamos terminar melhor que 2014, porque vamos enfrentar os problemas”, garantiu em entrevista ao Jornal Nacional. Ele frisou, ainda, que a “pior coisa na vida de uma pessoa, de uma família e de um governo, é esconder os problemas”, comentou referindo-se ao aumento da energia e do combustível que, segundo ele, a presidente Dilma Rousseff (PT) “guarda na gaveta” para anunciar depois das eleições. 

Ao ser questionado se as promessas feitas, a exemplo da implantação do passe livre para estudantes e criação da rede de escolas em tempo integral, não chocam com a proposta de controle da inflação, Campos foi enfático. “A inflação não pode ser combatida só com a taxa de juros como vem sendo feita no país”, alertou, acrescentando que, caso eleito, fará uma política macroeconômica responsável e com a inflação no centro da meta, de 4,5% em quatro anos.

Eduardo Campos garantiu que é possível colocar em prática suas promessas de campanha porque o programa de governo dele está sendo preparado com base nas contas que estão sendo feitas por especialistas na área econômica. “Meio ponto de alta na Selic representa R$ 14 bilhões, mas ninguém pergunta por esse dinheiro. Então, é possível investir no passe livre, que custa muito menos”. 

Eleição
Durante a entrevista, Campos enfrentou questionamentos sobre a eleição da mãe dele, Ana Arraes, para o Tribunal de Contas da União (TCU) e de parentes e de sua esposa, Renata Campos, para o Tribunal de Contas do Estado. O candidato respondeu que ambos todos eles se submeteram a uma eleição e seguiram as regras das duas instituições, “numa concorrência legítima e democrática”. Em relação à saída do governo Dilma, do qual o PSB fazia parte desde o início da gestão do ex-presidente Lula (PT), Eduardo explicou que o afastamento aconteceu em 2012, quando o PSB enfrentou o PT em várias capitais, inclusive no Recife. “Além disso, esse governo prometeu corrigir os erros e avançar. E isso não aconteceu”.

Fonte: Diario de Pernambuco

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