Marca SINDIFISCO Sindicato dos Auditores Fiscais e Julgadores Tributários de Pernambuco

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Fazendários ameaçam parar o Fisco estadual

3 de abril de 2009


As relações “amistosas” entre os auditores fiscais e o governo do Estado não parecem mais as mesmas. O clima na categoria, conhecida pelo forte poder de barganha por lidar com a arrecadação de tributos, é de descontentamento com a atual administração. Na próxima segunda-feira, os fazendários realizam assembléia para votar pelo estado de greve, etapa que precede uma possível paralisação. De acordo com José Pessoa, presidente do Sindicato dos Auditores Fiscais (Sindifisco), há oito meses que não existe diálogo com o governo. “A grande parte dos colegas não está só descontente com o patrão Eduardo Campos, mas com o governador Eduardo Campos, que fez uma mídia muito grande de boas relações com os servidores”, atacou.

Diferentemente do cenário pré-eleições, Pessoa avalia que o humor dos fazendários com o atual governo não é dos melhores. “O Sindicato tem uma postura independente. Nunca facilitou nas negociações. Mas percebemos o aumento do descontentamento da categoria”, esclarece. Um dos indicativos é o aumento do número de servidores nas assembléias realizadas pelo Sindicato. A última, contabiliza o presidente, contou com 400 pessoas enquanto normalmente compareciam cerca de 180.

A fica clara na última coluna do Sindifisco, disponível no site da entidade. “Acreditamos que há tempo para retormarmos o diálogo para evitarmos prejuízos ainda maiores. Até porque, a quem interessa uma crise na Secretaria da Fazenda, sobretudo num momento de cenário crítico para a economia mundial?”, ameaça.

As relações “amistosas” entre os auditores fiscais e o governo do Estado não parecem mais as mesmas. O clima na categoria, conhecida pelo forte poder de barganha por lidar com a arrecadação de tributos, é de descontentamento com a atual administração. Na próxima segunda-feira, os fazendários realizam assembléia para votar pelo estado de greve, etapa que precede uma possível paralisação. De acordo com José Pessoa, presidente do Sindicato dos Auditores Fiscais (Sindifisco), há oito meses que não existe diálogo com o governo. “A grande parte dos colegas não está só descontente com o patrão Eduardo Campos, mas com o governador Eduardo Campos, que fez uma mídia muito grande de boas relações com os servidores”, atacou.

Diferentemente do cenário pré-eleições, Pessoa avalia que o humor dos fazendários com o atual governo não é dos melhores. “O Sindicato tem uma postura independente. Nunca facilitou nas negociações. Mas percebemos o aumento do descontentamento da categoria”, esclarece. Um dos indicativos é o aumento do número de servidores nas assembléias realizadas pelo Sindicato. A última, contabiliza o presidente, contou com 400 pessoas enquanto normalmente compareciam cerca de 180.

A fica clara na última coluna do Sindifisco, disponível no site da entidade. “Acreditamos que há tempo para retormarmos o diálogo para evitarmos prejuízos ainda maiores. Até porque, a quem interessa uma crise na Secretaria da Fazenda, sobretudo num momento de cenário crítico para a economia mundial?”, ameaça.

Fonte: Jornal do Commercio

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