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Emendas pagas “igualmente”
4 de agosto de 2017O presidente Michel Temer minimizou ontem, em entrevista à rádio BandNews, o fato de o governo ter obtido, na votação de quarta-feira, menos votos do que o necessário para aprovar a reforma em plenário. "Eu contei praticamente 285 votos, em uma questão que foi discutida ontem. Para aprovar a reforma da Previdência são necessários 308 votos. De qualquer maneira, sei que muitos que votaram contra (o governo) são a favor da reforma da Previdência", afirmou o presidente Temer, classificando o resultado como "maioria muito significativa".
Ao responder às críticas de que usou emendas parlamentares de modo a reunir os votos necessários de deputados, o presidente reagiu: "Interessante. Muitas e muitas vezes dizem que nós liberamos mais emendas impositivas para os governistas, digamos assim, do que para os oposicionistas. Olhe, se eu mostrar para você e para os nossos ouvintes as verbas de emendas que foram entregues à oposição, você ficará espantado. Porque aquelas entregues aos deputados de oposição muitas vezes são em números muitas vezes maiores do que as entregues aos deputados governistas".
Segundo Temer, a oposição recebeu valores iguais aos remetidos aos governistas. "As emendas foram igualmente pagas, oposição e situação. Agora, quem apoia o governo, vota com o governo. Quem não apoia o governo, vota contra o governo", disse.
Na quarta-feira, 263 deputados votaram para arquivar a denúncia contra Temer por corrupção passiva, e 227 foram favoráveis ao prosseguimento da ação no Supremo Tribunal Federal (STF). O presidente também contou como favoráveis ao governo os 20 parlamentares que se ausentaram e os dois que se abstiveram
KAFKA
Temer disse ainda que ficou "muito satisfeito" com o resultado da sessão, e classificou a denúncia como "inepta" e o processo como "kafkiano".
"Parece uma coisa kafkiana. Você começa um processo de tentativa de retirar o presidente da República sem um motivo sólido. Há aquela história da gravação que foi feita por um cidadão que havia confessado milhares de crimes e, na verdade, foi algo urdido, muito bem articulado", argumentou o presidente. "Quando você ouve o áudio, não tem nada que incrimine o presidente da República. Interessante que começou um processo, daí a ideia kafkiana, como se o presidente fosse um grande corruptor e o outro fosse o santo da história", complementou.
Temer afirmou ainda que nada irá paralisar o seu governo. "Estou há 14 meses no governo. Houve essa fase mais aguda nesses 70 dias, mas o governo não parou".
Fonte: Fonte: Jornal do Commercio
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