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Dólar sobe 0,78% e bolsa fecha em queda de 0,82%
13 de junho de 2017A absolvição do presidente Michel Temer no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) não acalmou o mercado ontem. A soma da crise política com o aumento da aversão ao risco no exterior provocou a queda da Bolsa brasileira e levou o dólar a R$ 3,31. O Ibovespa, índice que reúne as ações mais negociadas da Bolsa brasileira, teve queda de 0,82%, para 61.700 pontos. O volume financeiro foi de R$ 6,89 bilhões, pouco abaixo da média diária do ano, de R$ 8,27 bilhões. O dólar comercial teve alta de 0,63%, para R$ 3,312. O dólar à vista, que fecha mais cedo, subiu 1,24%, para R$ 3,318.
A avaliação de analistas é de que a decisão do TSE de absolver a chapa Dilma Rouseff-Michel Temer não trouxe alívio aos investidores. “Havia uma expectativa de que, se o Temer permanecesse no cargo, tudo se acalmaria. Ou o mercado estava avaliando erroneamente, ou os investidores encararam a decisão como um fator de descrédito para o país”, disse Reginaldo Galhardo, gerente de câmbio da Treviso Corretora.
Para ele, o resultado do julgamento levanta questionamentos sobre a segurança jurídica do país. “Há uma perda da credibilidade política e, agora, da credibilidade no Judiciário. Vale a pena investir num país e, num revés, mudarem tudo? A decisão do TSE tira a fé nas instituições.”
Paulo Gomes, economista da gestora Azimut Brasil Wealth Management, afirma que o mercado agora volta as atenções para as reformas. “A cada dia está mais distante de a reforma da Previdência ser aprovada e votada. A questão do TSE acaba postergando qualquer tipo de tramitação de reforma no Congresso”.
“A gente vai ter que conviver por tempo indeterminado com volatilidade gerada por fatos políticos. Cada vez que se falar de delações, o mercado vai reagir a esse tipo de informação”, complementou.
“A vitória no TSE estava sacramentada, três semanas antes o placar estava dado. Mas o Temer parece mais preocupado em arrumar 172 votos para evitar que o STF (Supremo Tribunal Federal) abra um processo contra ele do que em fazer uma reforma”, disse Alvaro Bandeira, economista-chefe do Modalmais.
Fonte: Fonte: Diario de Pernambuco
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