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Depois do estaleiro e da refinaria

21 de fevereiro de 2008

Não há, efetivamente, qualquer definição da principal interessada, mas um conjunto de circunstâncias a cada dia alimenta mais o sonho do governo de Pernambuco de, após operar as centrais de distribuição e de importação da GM, vir a abrigar a nova unidade da montadora americana no Brasil. A mais nova delas foi revelada ontem na contratação de 600 funcionários para operar o terceiro turno da unidade da empresa em São Caetano do Sul (RS) fazendo a fábrica gaúcha atingir seu limite máximo de produção.

Na prática, isso quer dizer que a GM passou a trabalhar a plena carga no Brasil e ganha força a idéia de finalmente desenvolver o projeto de uma nova unidade no País, uma vez que as fábrica de São Paulo e do Rio Grande do Sul bateram no teto. E considerando-se que o Nordeste é hoje a região no Brasil de melhor performance de compra e de maior potencial de mercado local, a conversa sobre Pernambuco começa ter, de fato, algum sentido como ação complementar do que já está decidido em relação às centrais de distribuição e importação da empresa em Suape.

Isso não quer dizer que a GM esteja prestes a decidir onde será sua nova fábrica no Brasil. Mas, pela primeira vez em muitos anos, ela tem motivos para ver o Nordeste como opção de produção. E é aí que Suape, o conjunto de incentivos fiscais que permite o diferimento de até 95% do crédito presumido de ICMS ofertado por Pernambuco, a redução de Imposto de Renda do velho Sistema Finor e, finalmente, a disponibilidade de insumos como o gás natural podem ajudar. Pelo menos a pensar no assunto sem a emoção de um sonho.

Reunião Aspa

Hoje, na reunião da Aspa, no Recife Palace, a nova gerente do segmento de atacado de alimentos da Sefaz-PE, Jarise de Holanda Cavalcanti, fala sobre ações de combate à sonegação fiscal no setor. Às 12h30.

Fonte: Jornal do Commercio

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