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Debate previdenciário

14 de dezembro de 2013

Em mais um movimento para para se colocar em oposição ao governo federal e ao PT, o governador-presidenciável Eduardo Campos (PSB) defendeu ontem o fim do fator previdenciário, fórmula que reduz o benefício de quem se aposenta com menos idade. O socialista, em encontro com representantes sindicais, disse que teria posto fim ao fator previdenciário e que o governo teria priorizado as desonerações fiscais para animar o consumo.

"Teria feito desonerações também, mas teria priorizado o fator previdenciário, já que isso vai direto para a renda e iria animar o consumo. É uma garantia de que isso é um elemento também. Houve claramente uma falta de priorização", disse sob aplausos da categoria, cuja principal bandeira é exatamente o fim do fator. Campos agradou ainda mais ao abraçar as estatísticas envolvendo o assunto trazidas pelos sindicalistas.

"Houve R$ 140 milhões, segundo o presidente da federação de auditores fiscais, em desonerações de 2010 para cá. E a versão última negociada pelos trabalhadores com o governo era de R$ 3 bilhões do fator previdenciário. Eu disse: ?Está aí claro que não houve uma priorização para isso?".

Diante de representantes sindicais das áreas de Turismo, Saúde, Indústria, Construção Civil, Transportes, Servidores Públicos, Aposentados, Químicos entre outros, o governador pediu ajuda para o seu projeto de chegar a presidência da República.

"Nos ajudem nesse caminho. Tem muita coisa que dá para fazer e para fazer rápido. Mas falta diálogo, falta decisão política", atacou o governador.

Fonte: Jornal do Commercio

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