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Concentração, disciplina e investimento financeiro
18 de outubro de 2010De olho na crescente demanda de alunos que querem se preparar para a seleção da Sefaz-PE, os cursinhos do Recife estão abrindo novas turmas de matérias isoladas ou agrupadas. Com conteúdo que leva a fama de ser o mais extenso e exaustivo do universo concurseiro (leia box acima), as seleções na área fiscal demandam mais do que o esforço físico e mental. Pode ser necessário também bom investimento financeiro.
O Espaço Jurídico abriu nova turma de módulo básico para seleções nas áreas fiscal e controladoria. Com duração de sete meses, aulas de segunda a sexta das 19h às 22h na unidade da Boa Vista, a preparação custa uma mensalidade de R$ 310.
Quem prefere fazer as matérias isoladas, não tem tempo ou recursos para investir no formato agrupado, pode apostar nas matérias isoladas. O Nuce, por exemplo, está com vagas para as turmas do curso de noções básicas de ICMS, conteúdo que deverá constar no edital, possivelmente com o nome de legislação fiscal estadual.
As aulas do Nuce começarão no dia 26 de outubro e ocorrerão sempre às terças e quintas das 19h às 22h. São doze aulas no total e o custo é de R$ 330.
Já o cursinho Professores Vitoriosos está iniciando turmas de contabilidade geral (total de 57 horas-aula), contabilidade pública (24 horas-aula), direito constitucional (33 horas-aula) e direito civil (33 horas-aula).
O custo da hora-aula é de R$ 7,5 para pagamento à vista e de R$ 8 para o parcelado. O valor cai quanto mais matérias isoladas o aluno cursar no período. As aulas são sempre à noite, das 19h às 22h.
“Para quem ainda não tem ritmo, o cursinho é fundamental, pois dá a disciplina com a qual a pessoa não está acostumada. Mas o maior benefício é que ele faz com que o candidato entre no clima do concurso, que é de competição e dedicação exclusiva”, diz Vitor Carvalho, 24 anos, que está de olho em uma das vagas da Sefaz previstas para o ano que vem.
Para se dedicar exclusivamente aos estudos, ele abandonou o emprego, e está segurando os gastos. “É preciso abrir mão de algum conforto financeiro por um período. Se a família apoiar, melhor ainda. Isso será recompensado no futuro”, acredita.
Fonte: Jornal do Commercio
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