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Celpe despenca em ranking de qualidade
28 de março de 2014A qualidade do serviço da Companhia Energética de Pernambuco (Celpe) despencou nos últimos dois anos e ela pode ser punida no próximo reajuste da luz. Um ranking divulgado na última quarta-feira pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), que regula o setor, mostra que a Celpe, que em 2011 tinha o quarto melhor serviço do Brasil, em 2013 caiu para a vigésima quarta colocação, de uma lista de 35 companhias.
"Desde 2013 a Aneel passou a ?premiar? ou penalizar as companhias diretamente na tarifa pelo desempenho bom ou ruim na qualidade do serviço", diz Renato Eduardo de Sousa, especialista em Regulação da agência. "É um mecanismo relativamente novo. A Celpe deve sentir o efeito no reajuste deste ano", afirma.
Renato diz que a lista é uma forma de estimular melhores serviços, mas reconhece como a queda da Celpe chama a atenção. Segundo ele, a baixa resulta de dois fatores: serviço pior e metas mais altas da Aneel. A nota da Celpe, um indicador chamado de Desempenho Global de Continuidade (DGC), caiu dois anos seguidos.
Para calcular o DGC, a agência avalia a média de horas que os consumidores ficaram sem energia, no ano, e a média de faltas de luz. "Em 2010, o consumidor pernambucano em média ficou 18 horas sem luz. Ano passado, foram 22 horas. No mesmo período, o limite de tolerância da Aneel baixou de um máximo de 19 horas de interrupção de fornecimento para 16 horas", afirma Renato.
Em nota, a Celpe esclarece que seu histórico de quantidade de ocorrências, a chamada Frequência Equivalente de Interrupção por Unidade Consumidora (FEC), tem histórico acima da média nacional e "reflete os níveis de investimentos realizados pela concessionária, que nos últimos três anos superam R$ 1 bilhão".
Quanto à nota geral, o DGC, a Celpe atribui a queda ao indicador que mede a duração das ocorrências e que teria sido "impactado, sobretudo, pela crescente dificuldade de mobilidade nos grandes centros urbanos, o que prejudica o tempo de atendimento".
A Celpe ainda lista a maior incidência de chuvas, "cerca de 84% superior a 2012", e o "crescimento de 25% no número de colisões de veículos em postes, o que resulta em atendimento de maior complexidade". Este ano, a empresa diz estar intensificando mutirões de poda, troca de "fios nus por isolados e a instalação de equipamentos automatizados que permitem o restabelecimento remoto de áreas afetadas".
A melhor do País em 2013 foi a Coelce, do Ceará, e a segunda a CPFL Santa Cruz, do interior de São Paulo.
Fonte: Jornal do Commercio
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