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Bandeiras contra reformas do governo
1 de abril de 2017Movimentos sociais e centrais sindicais realizaram protestos em capitais brasileiras nesta sexta-feira. Eles protestaram contra a proposta de reforma da Previdência do governo Michel Temer (PMDB) e a regulamentação da terceirização aprovada pela Câmara dos Deputados e sancionada nesta sexta pelo presidente.
Em São Paulo, o ato começou na avenida Paulista durante a tarde e manifestantes marcharam até a Praça da República, no centro da cidade. Durante o ato, o presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Vagner Freitas, criticou o projeto de terceirização e prometeu pressionar deputados e transformar “a vida deles em um inferno” caso tirem direitos dos trabalhadores. Ao final do protesto, as centrais sindicais anunciaram a convocação de uma greve geral para o dia 28 de abril.
Em Belo Horizonte, ato convocado pelas centrais sindicais partiu em direção ao centro depois de deixar a Assembleia Legislativa. O movimento reuniu milhares de pessoas e ocupou somente uma das faixas das avenidas pelas quais passou, até chegar à Praça da Estação, na região central.
Convidados
Em Curitiba, a maior mobilização ocorreu pela manhã, na Assembleia Legislativa, onde uma audiência pública debateu a reforma da Previdência e reuniu centenas de militantes e sindicalistas. Políticos convidados, entre eles, os senadores Roberto Requião (PMDB-PR), Gleisi Hoffmann (PT-PR) e Paulo Paim (PT-RS) e o ex-ministro da Previdência Carlos Gabas, protestaram contra a proposta, a gritos de “Fora, Temer” e “Não aceitaremos nenhum direito a menos”.
No Rio de Janeiro, manifestantes se dirigiram à Cinelândia e às escadarias da Câmara e do Theatro Municipal. Grupos de anarquistas participaram do protesto, criticando a Polícia Militar e o presidente Michel Temer. Ao final, manifestantes fizeram uma fogueira em frente ao Theatro Municipal.
Pressão
No Recife, o movimento foi iniciado às 15h na Praça da Independência, mais conhecida como Pracinha do Diario, e seguiu até a Praça do Derby. Segundo a CUT, cerca de 40 mil pessoas participaram da manifestação.
A vereadora do Recife Marília Arraes (PT) esteve presente e fez uma conexão entre a data do protesto e a do golpe militar de 1964, que aconteceu entre os dias 31 de março e 1º de abril: “É importante, numa data histórica como esta, marcar o dia lutando contra outro golpe que tem se mostrado cada vez mais ameaçador aos direitos do trabalhador”.
O ato foi marcado por duras críticas ao presidente Michel Temer (PMDB) e pelo estímulo de cobranças aos deputados federais de Pernambuco. Foram distribuídos panfletos com os e-mails e números de gabinete dos parlamentares. Foram expostas também placas com os rostos dos que votaram a favor da terceirização ou se ausentaram da votação na Câmara dos Deputados. Ao fim do protesto, na praça do Derby, a polícia prendeu um manifestante sob a acusação de depredação de patrimônio público. (Víctor Macário com Folhapress)
Fonte: Fonte: Diario de Pernambuco
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