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Avaliação de Temer em queda

1 de maio de 2017

O governo do presidente Michel Temer tem 61% de avaliação ruim ou péssima, 28% de regular e, 9%, de ótima ou boa, de acordo com pesquisa do Instituto Datafolha divulgada ontem pelo jornal Folha de S. Paulo. Segundo o instituto, a impopularidade de Temer cresceu e já é comparável à da ex-presidente Dilma Rousseff às vésperas da abertura do processo de impeachment, em 2016, quando ela tinha 63% de rejeição e 13% de aprovação.

A pesquisa Datafolha aponta ainda que, para 85%, o Congresso deveria aprovar uma mudança constitucional para permitir eleições diretas já. Apenas 10% apoiam uma eleição indireta pelo Congresso, no caso de a chapa Dilma-Temer ser cassada e o presidente, obrigado a deixar o cargo.

Eleição 2018
O deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ) subiu e atingiu a segunda posição – em empate técnico com a ex-senadora Marina Silva (Rede Sustentabilidade) – em pesquisa do Instituto Datafolha sobre a eleição presidencial de 2018. O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva aumentou a liderança na sondagem em dois cenários pesquisados. Os dois principais cenários da pesquisa divulgada neste domingo são comparados pelo instituto com levantamento feito em 16 e 17 de dezembro de 2015.

Esse é o primeiro levantamento do Datafolha depois da divulgação das delações de executivos e ex-executivos da Odebrecht na Operação Lava-Jato.

Bolsonaro subiu de 4% para 15% e de 5% para 14% nos dois principais cenários pesquisados pelo Datafolha (ver quadro ao lado).

O presidente Michel Temer (PMDB) aparece com a maior porcentagem de rejeição (64%) na pesquisa presidencial do Datafolha. Em segundo lugar, aparece o ex-presidente Lula, com 45%. O presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves (MG), vem em seguida, com 44% de rejeição. O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), figura com 28%, seguido pelo deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ), com 23%, o apresentador Luciano Huck, com 23%, e Ciro Gomes (PDT), com 22%. (Agência Estado)

“Incompreensão” sobre as reformas
Dois dias depois de protestos realizados em 130 cidades do país, o presidente da República, Michel Temer (PMDB), disse que a reforma trabalhista defendida pelo seu governo sofre “incompreensões, objeções e contestações”, mas esse fato é típico da democracia no Brasil. “O brasileiro é naturalmente um povo otimista. Aconteça o que acontecer, haja protestos, não haja protestos, o Brasil continua e continuará a trabalhar”, afirmou Temer na manhã de ontem.

O tema da reforma trabalhista foi trazido ao evento em primeiro lugar pelo governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), no início de seu discurso. “Saímos de um modelo estatutário de cima para baixo para um novo modelo de relações contratuais muito melhores neste momento do mundo e das relações e das questões do novo emprego”, disse o governador.

Em seguida, durante sua fala, Temer agradeceu a Alckmin pelo elogio quanto ao tema e disse que a reforma trabalhista “gera, em um primeiro momento, naturalmente, incompreensões, objeções, contestações, mas que são típicas da democracia plena que nós vivemos no nosso país”.

Fonte: Fonte: Diario de Pernambuco

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