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Alta da gasolina nos postos é ‘decepcionante’
25 de outubro de 2016O presidente da Petrobras, Pedro Parente, afirmou ontem que foi “decepcionante” que a redução do preço da gasolina anunciada pela estatal na semana passada não tenha chegado às bombas para o consumidor final. Parente deu a declaração durante coletiva na Rio Oil & Gas, principal feira do setor do petróleo, que acontece no Rio de Janeiro. No último dia 14, a estatal divulgou uma redução de 2,7% nos preços do diesel e de 3,2% para a gasolina.
Apesar do corte registrado nas refinarias, os brasileiros não verificaram diferença significativa nas bombas. Pelo contrário. Em muitos estados – Pernambuco está entre eles – foi registrado aumento nos preços. Caso o percentual aplicado pela companhia às refinarias fosse integralmente repassado ao consumidor, o preço dos dois derivados nos postos poderia ficar até R$ 0,05 mais baixo.
A redução entrou em vigor para o combustível vendido nas refinarias da estatal. Até chegar ao consumidor final, é incluso o custo de transporte e também o preço do álcool adicionado nas bombas. De acordo com Pedro Parente, características de mercado do segmento foram determinantes para que a redução dos preços não chegasse na mesma proporção ao consumidor final.
O presidente da Petrobras ressaltou, contudo, que o mercado de distribuição de combustíveis no varejo funciona com preços livres e que a Petrobras não tem ingerência sobre quanto donos de postos de combustíveis cobram pelo produto. “Deixamos claro que existiam fatores que independem da nossa vontade para a queda dos preços. De certa forma, é decepcionante. Era uma expectativa justa que tivesse acontecido, mas não há nada que possamos fazer a respeito”, lamentou Pedro Parente. “O preços são livres”.
Ainda na Rio Oil & Gas, Pedro Parente afirmou que a Petrobras segue uma “trajetória firme de recuperação”, mas ainda há uma distância até que as metas de recuperação sejam completamente cumpridas. Segundo ele, os dois últimos anos foram os piores da história da companhia. Mas, medidas foram tomadas para reverter esse cenário, como a formação de um novo conselho e nova diretoria e um programa de desinvestimento “ambicioso”.
O executivo elogiou a decisão do Congresso de acabar com a exclusividade da operação no pré-sal da Petrobras e abrir a liderança da região para outras petroleiras. De acordo com ele, sem essa medida, o investimento no setor seria retardado, porque a Petrobras não teria como arcar. “O pré-sal deve atrair bilhões em investimento nos próximos anos, da Petrobras e da iniciativa privada”, disse Parente.
Fonte: Fonte: Diario de Pernambuco
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