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Acesso mais restrito à tabela de blitze

19 de fevereiro de 2014

Diante da gravidade do vazamento de informações das escalas das blitze da Operação Lei Seca, no último fim de semana, a lista dos locais e horários em que as equipes irão trabalhar passou a ser definida por um grupo ainda mais restrito. Ficou decidido que a responsabilidade caberá a apenas dois profissionais, além do coordenador executivo da operação, o tenente-coronel André Cavalcanti.

“Restringimos o acesso a essas informações com o objetivo de evitar um novo vazamento. Mas, se houver, vamos mudar o esquema dos locais das blitze, como fizemos no domingo, sem prejuízos”, pontuou Cavalcanti. Segundo ele, a sindicância aberta para identificar o responsável pelo repasse de informações por meio do aplicativo Whatsapp está próxima do resultado esperado.

“Em pouco tempo vamos saber se alguém da equipe transmitiu a mensagem ou se alguém conseguiu a planilha em algum dos nossos computadores, que estão sendo analisados por técnicos de informática”, disse o coordenador executivo. A outra sindicância, aberta pelo Detran-PE, pretende apontar se algum dos 150 agentes do órgão que fazem parte da operação tem envolvimento no vazamento dos dados.

Ontem à noite, o delegado de Delitos de Trânsito, Newson Motta, responsável pelo inquérito policial que vai indiciar criminalmente os culpados, afirmou que ainda não recebeu a documentação necessária. A denúncia de que as escalas das blitze estavam sendo repassadas via Whatsapp foi feita pelo Sindicato dos Servidores do Detran de Pernambuco.

Fonte: Diario de Pernambuco

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