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Grupo de trabalho começará a elaborar na segunda-feira texto da regulamentação da reforma tributária

13 de junho de 2024

Os sete integrantes do grupo de trabalho da Câmara dos Deputados para regulamentação da reforma tributária decidiram se reunir na próxima segunda-feira para fazer um balanço das primeiras audiências públicas sobre o projeto e começar a desenhar o novo texto.

O GT ainda está na fase de audiências públicas, que deve se estender até o dia 20 deste mês, e querem ter o texto pronto para ser divulgado até 4 de julho. A meta é votar o projeto no plenário da Câmara entre 9 (terça-feira) e 12 de julho, uma semana antes do recesso.

Apesar de o calendário de debates ainda não ter acabado, os deputados do GT se reuniram na manhã desta terça-feira e decidiram começar a trabalhar no parecer na segunda-feira.
A intenção é já deixar o texto do governo mais “limpo e claro” e levantar quais são os principais conflitos e demandas sobre o que precisa ser modificado, para depois começar a decidir o que pode e o que não pode ser acatado pelo GT.

Zona Franca de Manaus
A bancada federal do Amazonas se reuniu pela manhã com o secretário extraordinário do Ministério da Economia para a Reforma Tributária, Bernard Appy, para discutir mudanças nos projetos de regulamentação.

Nenhum dos dois textos enviados pelo governo, por exemplo, institui o Fundo de Sustentabilidade e Diversificação Econômica do Amazonas, previsto na emenda constitucional da reforma para fomentar o desenvolvimento no Acre, Amapá, Amazonas, Rondônia e Roraima.

Há também, segundo o deputado Sidney Leite (PSD-AM), necessidade de “ajustes finos” no texto para preservar a zona franca de Manaus.
O deputado Pauderney Avelino (União-AM) afirmou que um grupo de técnicos do Congresso, do governo do Amazonas e o auditor da Receita Federal Roni Peterson Bernardino de Brito, alocado na Secretaria Extraordinária da Reforma Tributária, vão discutir as mudanças.

“Acredito que vamos chegar a bom termo, não tenho dúvida disso, sobretudo pela boa vontade do governo [federal] de solucionar os problemas que ainda existe”, disse Avelino.

Fonte: Valor Econômico

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