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Ocupações preocupam o MEC
22 de outubro de 2016Pelo menos 5.676 dos 469.739 candidatos de Pernambuco podem ter a prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) adiadas. O motivo é a mobilização de estudantes que ocuparam centros de ensino do Estado em protesto contra as recentes medidas do Ministério da Educação – a reforma do ensino médio, que flexibiliza o ensino e tira obrigatoriedade de algumas disciplinas, e a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 241, que congela as despesas do Governo Federal por até 20 anos. O Estado tem pelo menos nove campi ocupados.
De acordo com a União Brasileira dos Estudantes Secundaristas já são 1.016 ocupações por todo o País, boa parte em São Paulo e Paraná, onde os protestos começaram. Na capital paulista, por sinal, os estudantes também estão indo às ruas.
O Enem será realizado nos dia 5 e 6 de novembro. A maior preocupação do Ministério da Educação (MEC) é que as ocupações continuem até o dia 31, data limite para a finalização dos preparativos para o exame. Segundo o MEC, os prédios que não forem desocupados até esse dia não poderão realizar as provas. Esses testes serão remarcados (gerando custo adicional de R$ 8 milhões).
Segundo a União dos Estudantes de Pernambuco (UEP), os campi de Petrolina, no Sertão, Palmares, na Mata Sul e Nazaré da Mata, na Mata Norte, além da reitoria do Recife, estão ocupadas por estudantes. Também estão com ocupação a Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) em Serra Talhada e o Centro Acadêmico de Vitória (CAV) da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).
Na quinta-feira, foi a vez do campus do Instituto Federal de Pernambuco (IFPE) do Recife, na Várzea, Zona Oeste, ser ocupado por cerca de 300 estudantes. Dos 16 campi do IFPE espalhados no estado, pelo menos dois foram ocupados, o da Capital e o de Pesqueira. Já nos campi do IF Sertão Pernambucano, os de Ouricuri e Petrolina foram ocupados, ainda segundo a UNE. O de Petrolina, porém, já teve a retirada dos estudantes, de acordo com o MEC.
“A gente quer que o governo recue com essas propostas atrasadas. Pelo nosso entendimento fazer uma reformulação do ensino médico cortando verba e congelando o dinheiro da educação não tem coerência”, criticou o estudante Davi Lira, diretor da Federação Nacional dos Estudantes de Escolas Técnicas (Fenet). A estudante Laleska dos Santos, vice-presidente do Diretório Central dos Estudantes (DCE-UPE), defende o posicionamento nacional. “Somos contrários a essas medidas, pois entendemos que é um retrocesso”, afirmou.
Fonte: Fonte: Folha de Pernambuco
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