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Gasolina e diesel mais baratos
15 de outubro de 2016No primeiro minuto deste sábado, os preços da gasolina e do diesel ficaram 3,2% e 2,7%, respectivamente, mais baratos nas refinarias de todo o país. A decisão foi anunciada nesta sexta? feira pela Petrobras. A estatal mudou a política de preços para os derivados que vigorava há cerca de uma década. A estimativa é que se essa queda for integralmente repassada, o diesel pode cair até 1,8% ao consumidor final. Já a gasolina pode cair 1,4%. De acordo com a Petrobras, o impacto no preço final vai depender das decisões de distribuidoras e de postos de combustíveis.
A nova política adotada pela estatal passa a ter como base os preços da commodities praticados no mercado internacional e avaliações mensais para reajustes ou não dos preços dos combustíveis para cima ou para baixo, dependendo da oscilação do preço dos produtos no mercado global. Para pôr em prática essa nova política, a Petrobras criou o Grupo Executivo de Mercado e Preços, que já em sua primeira reunião decidiu pela redução. Segundo a companhia, essa é a primeira vez que a redução de preços dos derivados ocorre desde junho de 2009, quando o diesel caiu 15% e a gasolina, 4,5%.
“Ela (a nova política de preços) é baseada na paridade internacional de preços, que é assim que funciona quando você está lidando com uma commoditie, o que é o caso dos derivados. Sobre essa paridade você coloca a margem da empresa (que leva em conta vários fatores), e também coloca os tributos e impostos”, destacou o presidente da Petrobras, Pedro Parente. “Ao anunciar essa nova política, nós achamos também que seria importante fazer um movimento de preços levando em conta que tem havido um aumento de importações, especialmente de diesel, mas também da gasolina, além da sazonalidade do mercado mundial de derivados”.
Pedro Parente também afirmou que a decisão pela redução não trará impacto nas contas da Petrobras, “uma vez que, ao estipular o preço, você tem que olhar também o market share (participação de mercado) e a utilização da capacidade instalada das refinarias, e não só o preço de venda. E, de acordo com os nossos parâmetros internos e com o nosso planejamento estratégico, a decisão não coloca em risco o cumprimento das metas anunciadas (no Plano de Negócios e Gestão 2017?2021 da companhia)”.
Mudança A decisão anunciada pela diretoria da Petrobras é uma mudança na política de preços, adotada na última década. Na gestão do ex?presidente Sérgio Gabrielli, diante da alta do preço do barril no mercado e dos questionamentos sobre se haveria ou não aumento do preço dos derivados no mercado interno, o ex?presidente da Petrobras era enfático: “A nossa política é não repassar para os preços dos derivados no mercado interno a volatilidade (oscilação) do petróleo no mercado externo, mas sim manter uma curva de médio prazo que mantenha os nossos ganhos na ponta”.
Era uma política onde a convergência aos preços internacionais se dava no médio e no longo prazo, os reajustes não tinham periodicidade definida e se davam em nível decisório no âmbito da diretoria executiva da companhia. Agora, a situação é outra. Em sua entrevista, Pedro Parente abordou a questão da independência em relação ao governo. “A orientação expressa que foi dada é que a Petrobras tem que se recuperar, tem que virar o jogo de todos os problemas por que ela passou e, para que isto ocorra, ela precisa contar com todos os instrumentos que são próprios de uma empresa. E assim tem sido feito".
Fonte: Fonte: Diario de Pernambuco
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