Notícias
1º Copom com Ilan mantém taxa de juro
21 de julho de 2016O Banco Central manteve os juros básicos em 14,25% ao ano. A decisão foi tomada na primeira reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) sob o comando do novo presidente da autoridade monetária, Ilan Goldfajn. Hoje o Brasil tem uma das maiores taxas de juros do mundo. Juros em alta são utilizados, principalmente, para conter a inflação que, no Brasil, extrapolou a meta de 4,5%. Porém, as taxas altas de juros também travam o consumo, a produção das empresas, as vendas do comércio e, no final das contas, provocam desemprego.
A estabilidade da taxa Selic já era esperada pelo mercado financeiro, que está interessado nos sinais que serão enviados pela nova diretoria.
Essa foi a oitava manutenção seguida. Os juros estão neste patamar desde setembro do ano passado.
O BC indicou uma série de riscos econômicos para justificar a manutenção da taxa básica de juros em 14,25%. A inflação acima do esperado no curto prazo, decorrente, principalmente, de preços de alimentos, pode se mostrar persistente, as incertezas quanto à aprovação e implementação dos ajustes necessários na economia permanecem, e um período prolongado com inflação alta e com expectativas acima da meta pode reforçar mecanismos inerciais e retardar o processo de queda da inflação.
Por outro lado, o BC informa que os ajustes na economia podem ser implementados de forma mais célere, permitindo ganhos de confiança e reduzindo as expectativas de inflação, e o nível de ociosidade na economia pode produzir desinflação mais rápida do que a refletida nas projeções do Copom.
SEM INGERÊNCIA Pouco antes do início da reunião de ontem, preocupado em afastar a imagem de que seu governo estaria pressionando por uma queda dos juros, o presidente interino, Michel Temer (PMDB¬SP), disse que o Banco Central tem plena autonomia para definir a taxa de juros.
Por meio de assessores, Temer afirmou ainda que a política monetária tem como prioridade o combate a inflação "e este é o objetivo central do meu governo."
Nos últimos dias, o próprio presidente interino vinha manifestando, em entrevistas, seu desejo de que a taxa de juros fosse reduzida. Ontem, o ministro Eliseu Padilha (Casa Civil) também falou sobre o assunto. Durante entrevista, ao ser questionado sobre a reunião do Copom, ele afirmou: "O presidente interino vê com muito bons olhos [a redução de juros, mas a palavra final neste caso é do Banco Central.
Fonte: Fonte: Jornal do Commercio
Notícias
Após decisão do STF, TJPR amplia e paga penduricalho a 91% dos magistrados
Após decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que limitou a concessão de penduricalhos a magistrados, a folha de pagamento do Tribunal de […]
Meta lança novo modelo de IA que permite a usuário baixar e personalizar a ferramenta
A Meta apresentou um novo modelo de inteligência artificial de código aberto, leve o suficiente para rodar em um único […]
Ministros do STF vetam revisão de cargos em novo cerco a penduricalhos
Os ministros Flávio Dino, Alexandre de Moraes, Cristiano Zanin e Gilmar Mendes, do STF (Supremo Tribunal Federal), publicaram mais uma […]
MG: Justiça barra greve de auditores fiscais e fixa multa de R$ 50 mil
O Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) proibiu o início da greve dos auditores fiscais da Receita Estadual prevista […]