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Emprego formal sobe 0,57%

21 de setembro de 2013
Em agosto, surgiram 7.386 empregos novos dentro de Pernambuco. O saldo positivo coloca o Estado entre os cinco de destaque no Brasil, segundo registraram os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados ontem pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Na comparação com julho, o número de postos com carteira assinada cresceu 0,57%. Na série histórica, entretanto, foi o pior agosto em volume de empregos desde 2006.
 
Os setores que mais impulsionaram a geração de emprego no mês passado em Pernambuco foram a indústria de transformação (mais 2.302 postos), os serviços (mais 2.077), construção civil (1.359 novos empregos) e agropecuária (1.136).
 
Quando se observa o comportamento no acumulado dos oito meses de 2013, o Estado amarga uma redução de 15.810 postos de trabalho. Nesse quesito, pesou a desmobilização no primeiro semestre de trabalhadores do setor sucroalcooleiro, cujo período de safra de encerra em abril.
 
Se a análise for nos 12 meses compreendidos entre setembro de 2012 e agosto deste ano, a balança da geração de empregos é positiva em solo pernambucano. Alta de 0,41% ou 5.344 novas oportunidades formais.
 
Especificamente no Grande Recife, houve acréscimo de 2.772 empregos. Se forem observados os desempenhos de cada uma das cidades pernambucanas, o melhor resultado fica com a capital (1.505 novos postos), seguida de Petrolina (951), Ipojuca (720), Caruaru (649) e Vitória de Santo Antão (460).
 
Os municípios que amargaram os piores resultados foram Sirinhaém (perdeu 459 empregos), Salgueiro (-334), São Lourenço da Mata (-218), Abreu e Lima (-115) e paulista (-102).
 
BRASIL
A Região Sudeste criou 51.190 postos de trabalho em agosto. A segunda colocação ficou com o Nordeste, responsável pela geração de 33.134 vagas com carteira assinada no mês passado. No Sul, as contratações superaram as demissões em 27.890 postos. No Centro-Oeste e no Norte, a criação de vagas em agosto foi menor, mas, mesmo assim, positiva, de 9.226 e 6.208, respectivamente.
 
O ministério informou também que, das 27 unidades da Federação, 25 registraram aumento do nível de emprego. As que mostraram queda em agosto foram os Estados de Minas Gerais, com fechamento 1.714 postos, e o do Acre, com 47 demissões a mais que contratações.
 
Em Minas, o resultado foi atribuído pelo MTE a fatores sazonais do setor agrícola (-13.742). Nos destaques positivos estão Pernambuco, São Paulo (39.564), Paraná (12.259), Rio de Janeiro (10.104) e Santa Catarina, com saldo de 8.668. 

Fonte: Jornal do Commercio

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