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Ouvidoria pode ser acionada

22 de agosto de 2007

 

Depois que o carro falhou, a estudante Pamella teve certeza de que colocou gasolina ruim no carro. Mas não reclamou. O gerente de Combustíveis da Fazenda, Marcos Aurélio Aragão, lembrou que a Secretaria tem uma ouvidoria para ser acionada em casos como o de Pamella. A reclamação pode ser feita pela internet, na página da Fazenda (www.sefaz.pe.gov.br), por telefone (3424-5335) ou pessoalmente, na sala 311 do edifício sede da Secretaria, no bairro de Santo Antônio. “As denúncias são investigadas. Se for comprovada irregularidade o posto pode até ser fechado”, afirmou.

A própria ANP coloca em seu site que a gasolina pode adulterada de vários modos. Os mais comuns são a adição do álcool anidro acima da quantidade especificada (hoje, são 25%, com tolerância de um ponto percentual para mais ou para menos) ou a colocação de vários tipos de solventes, como tolueno, metanol e benzeno. Já a adulteração do álcool acontece na maior parte das vezes quando a distribuidora ou revenda coloca água no anidro, que deve ser usado exclusivamente na mistura com a gasolina.

Entre as orientações repassadas pela Agência do Petróleo, está o abastecimento sempre no mesmo posto, com exigência de nota fiscal para garantir o conhecimento da origem do produto que está no tanque do carro. Também pode ser solicitado que o frentista faça o “teste da proveta”, que verifica o excesso de álcool na gasolina. O teste é obrigatório e estabelecido pela portaria nº 248/00, da própria ANP. No caso do álcool, a Agência determinou que o anidro deve contar com um corante laranja. Já o hidratado deve ser límpido e incolor.

Fonte: Diário de Pernambuco

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