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Fraude de R$ 100 mi em frigoríficos
5 de julho de 2007Belém e Recife – Um novo esquema de fraudes contra os cofres públicos, envolvendo empresas que comercializam gado e carne, foi desarticulado ontem numa operação conjunta da Receita Federal e da Polícia Federal. O volume das fraudes alcança R$ 100 milhões, segundo levantamento da própria PF. A Operação Arroba investigou durante mais de um ano como agia a quadrilha e monitorou todos os seus passos.
A Justiça Federal expediu 25 mandados de busca e apreensão no Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí e Maranhão. Documentos e computadores também apreendidos em seis grandes frigoríficos de Castanhal, no Pará, responsável pelo abastecimento de carne a vários municípios do nordeste do estado e outras regiões.
Cerca de 150 policiais federais e 50 auditores da Receita Federal participaram da operação. Duas pessoas foram presas em flagrante por porte ilegal de arma de fogo no Pará. Na residência de três empresários, em Castanhal, foram apreendidos documentos. Todo o material recolhido foi levado para a sede da PF em Belém, onde será analisado para comprovar as irregularidades.
Em Pernambuco, a PF cumpriu um mandado de apreensão contra um frigorífico na Várzea. Dez policiais federais e auditores da Receita apreenderam cheques em branco, notas fiscais, computadores e CPUS, além de um revólver calibre 38. Segundo as investigações da PF, a ação teve como objetivo arrecadar provas para municiar o inquérito. Há suspeitas de ligação da empresa pernambucana com outras envolvidas na fraude. O material será encaminhado ao Pará, onde começaram as investigações. O frigorífico continua funcionando normalmente.
A investigação constatou que os frigoríficos comercializavam gado e carne no mercado atacadista por meio de empresas “fantasmas” para sonegar o recolhimento de impostos aos cofres da União, contribuições previdenciárias e trabalhistas. O esquema da quadrilha consistia na transferência de obrigações mediante contratos fictícios de prestação de serviço de abate, arrendamento entre outros, para as empresas de fachada, em nome de sócios “laranjas”.
Fonte: Diário de Pernambuco
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