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Muito trabalho árduo
7 de junho de 2006 Maio, conhecido como o mês do trabalhador por tradição mundial, entrou para a história do País este ano. Não por conta do reajuste do salário mínimo, mas porque desde 1982 os brasileiros não
tinham um poder de compra tão alto para os itens que compõem a cesta básica. No mês passado, os assalariados gastaram 48,64% do salário líquido recebido para adquirir os produtos da cesta,
segundo o Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Sócio-econômicos). No Recife, porém, esse feito já tinha sido conquistado em abril, quando o conjunto de itens básicos chegou a R$ 44. Trinta dias depois, a capital pernambucana ganhou destaque no ranking nacional por outro motivo: acumular a maior variação de preço para os mesmos produtos (5,62%). O consumidor recifense – que paga a cesta mais cara do Nordeste – pode ter comemorado mais cedo que os demais, contudo não se pode dizer que ele perderia por esperar. Em maio, o brasileiro
precisou “suar a camisa” durante 98 horas e 49 minutos para
adquirir a cesta. Não custa lembrar que, até atingir esse patamar, foram 24 anos de trabalho árduo para o consumidor de baixa renda.
Fonte: Folha Econômica
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