Notícias
Convênio pode render R$ 1,8 mi a PE
16 de março de 2006Pernambuco quer uma fatia da Taxa de Controle e Fiscalização Ambiental (TCFA) cobrada anualmente pelo Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama). O convênio celebrado entre o órgão e os governos de Goiás, Minas Gerais e Bahia deve servir de modelo para o estado conseguir 60% dos recursos, ou R$ 1,8 milhão anuais. A taxa é cobrada de empresas potencialmente poluentes e é aplicada em projetos para promover a produção limpa.
A TCFA foi instituída pela Lei nº 10.165, de 27 de dezembro de 2000, e começou a ser cobrada pelo Ibama a partir de 2001. No ano passado, foram recolhidos R$ 190,7 milhões no país, sendo R$ 3,08 milhões em Pernambuco, segundo dados repassados pelo Ibama à reportagem. O valor pago por cada empresa varia de acordo com seu porte e potencial poluidor. Companhias que se dedicam à extração, produção, transporte e comercialização de produtos prejudiciais ao meio ambiente também estão sujeitas à cobrança.
Na terça-feira, a secretária executiva de Meio Ambientee Recursos Hídricos, Alexandrina Sobreira, esteve com a secretária da Fazenda, Maria José Briano, para discutir a implementação da taxa no estado. “Não é uma taxa nova, é a mesma cobrada pelo Ibama. Representaria apenas uma parte do valor que já é arrecadado pelo governo federal”, explicou Alexandrina.
Ela afirma que o dinheiro vai reforçar a receita da fiscalização ambiental e viabilizar a implantação de programas para as empresas que estão sendo ambientalmente ineficientes. O dinheiro seria gerenciado pela Companhia Pernambucana de Meio Ambiente (CPRH). A expectativa é a de que o projeto de lei instituindo a taxa seja enviado o mais rápido possível à Assembléia Legislativa, para que a cobrança seja iniciada em 2007.
Modelos – Técnicos da Agência Ambiental Osmar Pires, de Goiás, participaram da reunião entre a Fazenda e a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Meio Ambiente. Naquele estado são arrecadados R$ 3,7 milhões/ano com a taxa, mas a estadualização não foi fácil. O impasse com o Ibama durou quase dois anos até que o convênio fosse efetivado. De acordo com Alexandrina Sobreira, a taxa de fiscalização cobrada em Goiás varia de R$
Fonte: Diário de Pernambuco
Notícias
Servidores da Justiça Federal ganham novo penduricalho
O Conselho da Justiça Federal (CJF) aprovou um penduricalho para servidores em cargos de confiança da Justiça Federal de primeira […]
Banco Central pode ter ampla autonomia se PEC for aprovada
O Senado deve concentrar atenção, nos próximos dias, à Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 65/2023, que amplia a autonomia […]
Fachin propõe ‘contracheque único’ para juízes como forma de controlar penduricalhos
O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) vota, na terça-feira (26), uma resolução que torna obrigatória a adoção do “contracheque único” […]
Juízes federais pressionam STF para teto salarial ser de R$ 71,5 mil
Entidades representativas da magistratura, como a Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe), acionaram o Supremo Tribunal Federal (STF), nessa […]