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Primeira missão é encolher a inflação

18 de maio de 2016

A repercussão foi das melhores assim que Meirelles confirmou Ilan Goldfajn, para assumir a presidência do Banco Central, no lugar de Alexandre Tombini, que deverá presidir o Banco do Brasil. “Eu gostaria de já dizer que contamos, sim, com Alexandre Tombini continuar integrando a administração federal”, afirmou o ministro da Fazenda.

Goldfajn não participou do anúncio. Estava em trânsito para Brasília. Mas, assim que chegou à capital federal, por volta das 11h, foi direto para o gabinete do novo chefe. Para assumir a nova posição, precisará passar por uma sabatina no Senado. A transição de cargo, com Tombini, deve ser gradual e levar cerca de um mês.

Economista, com mestrado pela PUC-Rio e doutorado pelo MIT, Goldfajn foi consultor do Banco Mundial, do FMI e das Nações Unidas, além do governo brasileiro e do setor privado. Exerceu o cargo de diretor de Política Econômica do BC, entre 2000 e 2003, durante a gestão de Armínio Fraga, quando foi adotado o sistema de metas para a inflação.

Goldfajn assume o cargo mais alto do BC aos 50 anos de idade. Em abril, defendeu que a autoridade monetária reduza a taxa básica de juros a partir da observada trajetória de queda da inflação. Mas o corte não deve ser feito no primeiro semestre, sob o risco de gerar “otimismos exagerados” no mercado financeiro. Para ele, primeiro é preciso garantir a redução da inflação.

Fonte: Fonte: Diario de Pernambuco

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