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PERNAMBUCO – Produção industrial cresce pelo 5º mês

 

Pelo quinto mês consecutivo, a produção industrial de Pernambuco registrou crescimento. De acordo com a Pesquisa Industrial Mensal de Produção Física Regional, divulgada ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), foi registrada expansão de 3,9% em março, no comparativo com igual mês de 2005. O resultado ficou abaixo da média nacional, que fechou em 5,2%, mas mantém taxas positivas no acumulado do ano (3,2%) e nos últimos 12 meses (2,9%).

  Na avaliação do Secretário de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco, Alexandre Valença, o estado vem apresentando bom desempenho na produção industrial, motivado principalmente pelo setor de alimentos e bebidas, minerais não-metálicos e de borracha e plástico.

  Em março, 8 das 11 atividades pesquisadas pelo IBGE, apresentaram desempenho positivo. O principal destaque foi exatamente para borracha e plástico (54,5%), minerais não-metálicos (21,4%) e alimentos e bebidas (5,2%). Dentre os setores que registraram desempenho negativo em março aparecem produtos químicos (-13,4%) e produção de álcool (-74,1%), este último em função do final da safra de cana-de-açúcar.

  Apesar do crescimento no primeiro trimestre de 2006 (3,2%), a pesquisa apontou para uma desaceleração no ritmo de crescimento em relação ao último trimestre de 2005, quando a taxa de crescimento foi de 6,1%. O resultado foi influenciado pela diminuição da produção industrial no setor de bebidas e alimentos – atividade de peso maior na atividade econômica de Pernambuco -, que passou de 10% para 6,4%. Outro destaque foi a intensificação da queda em produtos químicos, de 3,4% para 16,2%.

  Já o crescimento no primeiro trimestre foi resultado da expansão em 7 dos 11 setores avaliados. Os maiores impactos positivos vieram de alimentos e bebidas (6,4%) e metalurgia básica (15,2%). As principais perdas continuaram ocorrendo em atividades como setor químico (-16,2%) e produção de álcool (-42,7%).

  A avaliação nacional da pesquisa aponta para crescimento em 12 das 14 regiões pesquisadas, com taxas variando de -3,2%, no Paraná a 17,5%, no Pará. Os melhores desempenhos da produção industrial foram verificados no Ceará (12,3%), Amazonas (8,5%), Minas Gerais (7,3%), São Paulo (6,8%) e Bahia (5,9%). Abaixo da média nacional aparecem a região Nordeste (4,6%), Pernambuco (3,9%), Espírito Santo (2%), Santa Catarina (1,7%) e Rio de Janeiro (1,3%). Com queda, ao lado do Paraná, também aparece o Rio Grande do Sul (-1%).

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