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Nova central chega ao Estado
21 de maio de 2006
No mesmo mês em que o governo federal regulamentou as centrais sindicais, uma nova entidade é formada no Estado. A Nova Central Sindical dos Trabalhadores (NCST) foi fundada no início deste mês e surge como uma alternativa às organizações já existentes em Pernambuco, no caso a Central Única dos Trabalhadores (CUT), a Força Sindical, a Confederação Geral dos Trabalhadores (CGT) e a Social Democracia Sindical (SDS).
A Nova Central foi criada em 2004, mas ainda não estava presente em Pernambuco. Uma iniciativa das confederações nacionais dos Trabalhadores na Indústria (CNTI), dos Trabalhadores de Transporte Terrestre (CNTT), dos Trabalhadores em Alimentação (CNTA), dos Servidores Públicos do Brasil (CNSPB), dos Trabalhadores na Educação e Cultura (CNTEC) e dos Trabalhadores m Hotel e Turismo (CNTHT).
Pernambuco foi o nono estado com a representação da Nova Central, que já atuava no Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Santa Catarina, Minas Gerais, Espírito Santo, Rio Grande do Sul e Rio Grande do Norte. De acordo com Israel Torres, presidente da Nova Central em Pernambuco, a entidade conta com 40 sindicatos e quatro federações filiados no Estado. No Brasil, são algo em torno de 1,2 mil sindicatos e cerca de 150 federações. Conforme o Ministério do Trabalho, a Nova Central já é a terceira maior do Brasil, perdendo apenas para a CUT e a Força Sindical.
Torres argumenta que a NCST surge do descontentamento dos trabalhadores com a CUT. “Em todo o Brasil, os sindicatos estão insatisfeitos com as suas centrais”. O presidente acrescenta que também existe um número expressivo de sindicatos que não estavam atrelados a uma central sindical, necessitando de uma representação.
A insatisfação citada por Torres dos sindicatos com as centrais já existentes passa pelo atrelamento delas a partidos políticos. A CUT, no caso, apóia o PT. “Entidades que antigamente estavam nas ruas, hoje estão todas caladas. A Nova Central é apartidária. Mas não quer dizer que não vamos apoiar candidatos”.
Sérgio Goiana, presidente da CUT em Pernambuco, rebate as ofensivas de Torres. “A CUT é atacada por uma questão partidária. A Nova Central foi formada por pessoas que saíram da CUT e estão ligadas ao PSTU”, responde. Goiana nega a perda de sindicatos filiados. “Nos últimos 3 anos, ganhamos mais 20 sindicatos. Só perdemos o dos trabalhadores dos correios e o dos professores da Universidade Federal de Pernambuco”. Goiana coloca que a CUT não se calou porque o PT está no governo. “Todos os sindicatos de servidores federais cutistas estão em greve”.
Fonte: Jornal do Commercio
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