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“Não havia um frágil equilíbrio como pensávamos inicialmente. Há desequilíbrio”
17 de janeiro de 2007
Entre o céu e terra
Nem tanto ao céu e nem tanto à terra. A situação financeira estadual encontrada pelo atual governo e apresentada, ontem, não tem nada de recursos recordes, no valor de R$ 1,3 bilhão, como falava o governo anterior e nem um rombo que inviabiliza a atual administração. O déficit de R$ 255,1 milhões vem dentro de uma série histórica de praticamente todos os últimos governos pernambucanos. Do valor a ser pago, apenas R$ 77 milhões podem ser protelados ao longo do atual mandato. O restante da cifra deve ser quitada em curto e médio prazos, a maior parte ainda neste exercício. As medidas anunciadas, como a suspensão de investimentos em diversas áreas, corte nas despesas de custeio, entre outras, devem equilibrar esta situação de uma maneira relativamente rápida. Em muitos governos usava-se a famosa Antecipação de Receita Orçamentária (ARO). Em outro, foram usados precatórios para alavancar a capacidade de investimentos e também para pagar dívidas. Em suma, a busca por recursos é contínua e um bom planejamento fiscal e orçamentário, sem pirotecnias, pode contornar o quadro encontrado sem grandes percalços. Se a situação encontrada não foi tão cor de rosa como anunciavam alguns, também não está tão negra como alardeavam outros.
Fonte: Folha de Pernambuco
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