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Jogada de mestre
18 de janeiro de 2007
Ao reunir o seu secretariado para dar a notícia de que encontrou os cofres públicos com um déficit de R$ 255 milhões, Eduardo Campos não alimenta apenas o bate-boca com os ex-governadores Jarbas Vasconcelos e Mendonça Filho em torno da polêmica dos números. O governador quer que a mídia concentre suas atenções neste terceiro turno e passe ao largo das negociações políticas que estão sendo feitas, nos bastidores, para a ocupação das centenas de cargos comissionados que ainda estão vagos. A maioria deles no interior. Dessa forma, o PSB ganha tempo para montar sua estratégia visando as eleições municipais de 2008.
O objetivo de Eduardo é eleger o maior número possível de prefeitos para fortalecer as bases do partido e assegurar a hegemonia da legenda diante das forças de esquerda. E mais, enfraquecer a oposição para dificultar a recomposição dos redutos do interior, já que a debandada de prefeitos, vereadores e líderes políticos é inevitável. O próprio PSB estadual já contabiliza um número expressivo de pedidos de filiação daqueles que, tradicionalmente, não conseguem se manter distantes do Poder.
Com essa estratégia, o governo também tenta blindar Eduardo de qualquer tipo de cobrança, uma vez que, com a situação financeira supostamente apertada, ficará complicado cumprir os compromissos de campanha com a velocidade prometida.
A volta dos precatórios
Na divulgação dos números herdados por Eduardo Campos, o secretário da Controladoria-Geral do Estado, Ricardo Dantas, falou em precatórios, palavra citada excessivamente por Mendonça Filho, na campanha, para criticar o atual governador. Dantas revelou que Mendonça Filho não pagou R$ 38,5 milhões de precatórios de 2006.
Defesa
A assessoria de Mendonça Filho esclareceu que esses R$ 38,5 milhões de precatórios referentes a 2006 não podem ser computados como despesas a pagar. Isso porque a Procuradoria-Geral do Estado entrou com recurso. É mais uma cena do terceiro turno da campanha extemporânea.
Fonte: Jornal do Commercio
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