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Jarbistas, tranqüilos, aguardam documento

15 de janeiro de 2007

 

Ninguém fala abertamente. Pelo menos até o anúncio do quadro financeiro que o atual governo vai apresentar dos oito anos de gestão da aliança jarbista. Mas, em reserva, nenhum participante dos governos Jarbas Vasconcelos/Mendonça Filho demonstra preocupação com o que será levado a público, amanhã, pelos socialistas. O grupo que gerenciou o Estado por oito anos exibe uma aparente tranqüilidade sob o argumento da confiança no “Estado equilibrado” que garantem ter deixado para o governo seguinte.

Confiança no que fizeram não é a única razão para a aparente tranqüilidade dos jarbistas. Eles avaliam que, se tivesse a intenção de propagar o discurso da herança maldita com medidas amargas, Eduardo Campos já teria feito. Aproveitando o ambiente que se instalou em vários Estados brasileiros, em que os novos governadores anunciaram uma série delas, inclusive o congelamento de 100% dos investimentos, como se propõe a fazer o governador de São Paulo, José Serra (PSDB).

Mas o fato é que, desde que o governador Eduardo Campos anunciou a divulgação das finanças estaduais, que não se fala em outra coisa nas rodas de conversa dos jarbistas. Nem mesmo no descontraído almoço que o ex-governador Jarbas ofereceu a um grupo de jornalistas no último sábado, em sua casa de praia, o grupo deu trégua ao assunto. Um dos participantes do encontro lançou mão da ironia para revidar as insinuações de Eduardo Campos de que o Estado está com seu cofre “apertado”.

Está tão apertado o cofre do Estado que, na segunda semana de governo dele, ele vai para a Mata Sul autorizar os serviços para novas obras”, provocou um jarbista, referindo-se à liberação dos serviços para a construção de mercados públicos e um centro de artesanato em cidades da Mata Sul. As obras estão contempladas no Programa de de Apoio ao Desenvolvimento Sustentável a Zona da Mata (Promata), com recursos do BID com contrapartida do Estado, e que dispõe de 75 milhões de dólares.

Fonte: Jornal do Commercio

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