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Indústrias esperavam redução e criticam medida do Governo

 

A notícia da redução de energia só para baixa renda não foi bem recebida pelas indústrias. A expectativa era de também receberem algum benefício, para reduzir os custos com energia e não compensar o aumento de 5,68%, dado pela Aneel, no preço final do produto industrializado. Para o vice-presidente da Federação das Indústrias do Estado de Pernambuco (Fiepe), Ricardo Essinger, a redução para consumidor só servirá para ter mais dinheiro para o consumo.

O que ele poderia fazer para as indústrias é o deferimento do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços), que não é expressivo para o setor”, comentou Essinger. Atualmente, as indústrias pagam o imposto em um mês e têm crédito para o próximo. A sugestão será levada para o governador. “Isso foi solicitado na Fazenda, desde o governo anterior”.

Segundo a pesquisa Impacto do Aumento de Energia Elétrica em Determinados Setores Industriais, os consumidores vão pagar uma média de 2,80% a mais pelos produtos. O índice foi divulgado, ontem, pela Fiepe. Os mais afetados serão o de plástico, com um impacto médio dos custos em 18,06%, confecções/vestuário (5%) e transformação de minerais não-metálicos (4,45%).

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