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Fala aborda ajuste fiscal e Petrobras

29 de abril de 2015

Enganou-se quem pensou que a presidente Dilma Rousseff (PT) deixaria de lado dois dos principais "calos" do governo federal em sua passagem por Goiana. No discurso que proferiu na inauguração da fábrica da Jeep no município da Mata Norte, a petista citou o ajuste fiscal enviado ao Congresso e a Petrobras.

"Os ajustes são conjunturais. Eles são necessários e estamos determinados a implementá-los e, com eles, a implementar as condições para garantir a expansão não só da nossa infraestrutura, mas também do mercado e da indústria automobilística", declarou.

Essa não foi a primeira vez que Dilma aproveitou uma agenda pública para discursar em defesa do ajuste fiscal. Além do mais, em março, durante uma reunião com os governadores do Nordeste em Brasília, a presidente pediu para que os gestores intercedessem junto a suas respectivas bancadas federais pela aprovação do pacote de medidas.

A Petrobras foi lembrada por Dilma logo após a presidente citar o Complexo Industrial e Portuário de Suape, que reúne o Estaleiro Atlântico Sul e a refinaria Abreu e Lima, esse último empreendimento listado nas investigações da Operação Lava Jato, da Polícia Federal.

"Tenho orgulho de dizer que a Petrobras está, não só, apurando, mas virando uma página na questão da Operação Lava Jato. Quero me referir à a refinaria Abreu e Lima, que já está funcionando, e que se constitui em um elemento fundamental para que aqui se instale e se desenvolva uma indústria petroquímica. A existência dessa refinaria vai permitir a implantação de um polo industrial de excepcional localização", falou.

A presidente afirmou que não ignorava as "dificuldades e desacelaração que o Brasil passa", mas permeou o discurso de declarações otimistas sobre as condições que o governo criará para a atração de novas indústrias.

Fonte: Jornal do Commercio

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