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Bancários pedem 16% de reajuste

3 de agosto de 2015

SÃO PAULO – Os bancários definiram ontem, em São Paulo, em conferência nacional da categoria, a pauta de reivindicação da campanha salarial deste ano em que pedem 16% de reajuste nos salários, o que inclui 5,7% de aumento real, e fim das demissões.

Atualmente são cerca de 465 mil bancários no País, sendo 25% representados pelo Sindicato dos Bancários de São Paulo, filiado à CUT.

A pauta final de reivindicações, aprovada por 667 delegados sindicais que participaram da conferência, será entregue à Fenaban, federação dos bancos, (Fenaban), no dia 11 de agosto. A data-base da categoria é 1º de setembro.

"O Brasil vive agora uma crise política, que foi transformada em crise econômica. Mas nossos patrões navegam num mar tranquilo. Tiveram lucros altíssimos, apresentados no primeiro e segundo trimestres", disse o presidente da Contraf-CUT, Roberto von der Osten. A confederação representa os bancários de todo o País.

Além do reajuste salarial de 16% – percentual que corresponde à reposição da inflação mais 5,7% de aumento real -, os bancários pedem Participação nos Lucros e Resultados (PLR) no valor de três salários mais R$ 7.196,84 de parcela fixa adicional e 14º salário.

Em relação ao piso salarial, a categoria defende a adoção do salário mínimo calculado pelo Dieese, de R$ 3.299,66, segundo valores do mês de junho.

MAIS EMPREGOS

Um dos principais itens da pauta deste ano é a defesa do emprego. No primeiro semestre deste ano foram fechados 2.795 vagas nos bancos, segundo dados do sindicato a partir do cadastro do Ministério do Trabalho.

Os bancários estudam a adoção de algum instrumento na convenção coletiva de trabalho para conter as demissões no setor.

Fonte: Jornal do Commercio

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