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Bancários decidem continuar greve

 

Os bancários de Pernambuco decidiram ontem pela continuidade da greve. A paralização é por tempo indeterminado, com avaliação diária. De acordo com o presidente do Sindicato dos Bancários do Estado, Marlos Guedes, os representantes do setor farão uma nova reunião hoje para decidir se os bancários retornam na segunda-feira ou se prosseguem com o movimento. “Se não conseguirmos chegar a um acordo sobre nossas reivindicações deveremos continuar com a greve”, afirmou.

O movimento de paralisação dos bancários teve início na última terça-feira, sob a orientação da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), que atua em 23 estados e no Distrito Federal. A proposta da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) era de reajuste salarial de 2%, índice abaixo da inflação de 2,85% pelo INPC, além de Participação nos Lucros ou Resultados (PLR) de 80% do salário, mais R$ 816 fixos, em duas parcelas.

No entanto, a categoria, que considerou a proposta vergonhosa, pede por um aumento real de 7,05% mais a inflação relativa ao período de 1° de setembro de 2005 a 31 de agosto de 2006, maior participação nos lucros e resultados da empresa e PLR mínima de 80% do salário, acrescidos de R$ 800, entre outras reivindicações.

A paralisação atinge, em Pernambuco, 102 agências dos bancos públicos e privados, afetando também o atendimento em caixas eletrônicos. No Recife e Região Metropolitana, são 85 agências que aderem ao movimento. Nos bancos públicos, cerca de 4.200 dos 5.600 funcionários aderiram à greve, correspondendo a 75% do total dos empregados do Banco do Brasil, Caixa Econômica e Banco do Nordeste. Em todas as agências bancárias do Estado, pararam 83% dos 3.374 funcionários.

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