Notícias da Fenafisco
Arrecadação do Maranhão bate recorde histórico
6 de abril de 2006
A arrecadação dos tributos estaduais no Maranhão alcançou R$ 180,7 milhões no mês de março, registrando um novo recorde e superando o recorde anterior registrado no mês de fevereiro, quando as receitas totalizaram R$ 177,8 milhões de reais. Segundo o secretário da Fazenda, José Azzolini, este é o maior valor mensal da arrecadação da história da administração tributária maranhense e indica que a arrecadação anual pode ultrapassar R$ 1 bilhão e 900 milhões em 2006.
Segundo o Secretário, os resultados expressivos da arrecadação não decorrem de aumento da carga tributária, mas, do trabalho sistemático de controle da fiscalização.
Na opinião de Azzolini, a Secretaria da Fazenda experimentou nos últimos quatro anos um processo de modernização, renovação tecnológica e um sistemático programa de desenvolvimento de pessoas que culminou com a obtenção dos mais expressivos resultados na realização da arrecadação dos tributos estaduais de sua responsabilidade, especialmente o seu carro chefe, o ICMS.
Nos últimos quatro anos, o Maranhão sempre esteve em primeiro lugar entre os Estados do Nordeste e entre os três primeiros lugares no ranking nacional que mede o desempenho anual da arrecadação estadual em comparação com o ano anterior, considerando as vinte e seis unidades federadas e mais o Distrito Federal, explicou o dirigente fazendário.
O Secretário acrescentou que foram decisivos para que os resultados se consolidassem e atingissem estes níveis recordes, a determinação do governo e dos demais Poderes público de orientar o trabalho do fisco para o combate à sonegação de tributos aliado ao trabalho do Ministério Público, do Tribunal de Justiça e da Procuradoria Geral do Estado, com a celebração do Convênio da Força Tarefa de combate a sonegação.
A maior evidência destes resultados foi a recuperação da quinta posição, em termos de arrecadação absoluta, entre os 9 Estados do Nordeste, superando a Paraíba no ano de 2005. Historicamente, o Maranhão ocupava a quarta posição do Nordeste até 1996, perdendo apenas para as três maiores economias da região (Bahia, Pernambuco e Ceará).
Fonte: Site da Fenafisco
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